AMIGA BABACA

O que fazer quando você descobre que tem uma amiga babaca?

Sabe quando você tem uma turma de amigos bem legal e conhece alguém que acha que vai se encaixar nessa turma?
Alguns meses depois você acaba sendo traída pela pessoa e descobre que ela não era assim tão legal...

Dizem que o mais fascinante a respeito do ser humano é a capacidade incrível dele surpreender todos ao seu redor mas, algumas vezes, essa surpresa é pra pior.

Além disso, sabemos que os amigos são a família que se escolhe, porém, nesse processo seletivo, pode haver alguma falha e descobrirmos apenas no futuro o "dark side" de alguém.

Atitudes egoístas, infantis, tendências para criar confusão, um grande apego pela fofoca e um surpreendente lado escroto, além de um ego inflado.

Infelizmente, muitas dessas características se revelam apenas na convivência diária e aí, não dá pra dizer pra amiga "está tudo acabado entre nós". Ou será que dá? Será possível dizer para alguém: fulana, eu curti muito ser sua amiga no começo, achei que a gente tinha a ver mas, com o tempo, percebi que estamos em caminhos opostos pois você é uma tremenda babaca!


Hoje (14-12), às 22h, tem Desassistidas no AR!
Queremos saber: Amor de verão sobe a serra?

O BABACA ESCROTO

É comumente encontrado em baladas. Costuma ter postura de pegador mas a única coisa que ele pega mesmo é seu ursinho de pelúcia na hora de dormir, sozinho. O babaca escroto é primo próximo do erótico-selvagem (aquele do tapinha não dói), porém, devido às mutações genéticas já mencionadas, desenvolveu características sem nenhum charme.
É o caso do babaca que pede grana emprestada para a menina que ele acabou de conhecer para sair (sozinho) e quem sabe até ficar com outras meninas. Ele também gosta muito de utilizar a técnica do banho Maria, pois assim tem a ilusão de que é pegador, pois mantém várias meninas na sua cola, sendo que, na verdade, ele não tem nenhuma.

Foi publicado um texto das Desassistidas na
6º edição da Revista Núcleo Online:
Você também pode publicar é só encaminhar textos para análise.
Visite a revista!!!

HOJE TEM DESASSISTIDAS NO AR!

Final de ano e o Desassistidas no AR! de terça-feira chega ao fim (o de quinta continua até quando o Robson quiser...).

Calma, gente, sem desespero. Ei, você aí de polainas, afaste-se desse CD do Wando agora, sem atitudes drásticas!

Então, como estávamos falando, hoje é a última edição do programa de terça, mas em 2007 tem mais, claro.

Não perca hoje na
Rádio DCE UNESC o final da temporada 2006 do Desassistidas no AR!: será que o mesa está mesmo traindo a RO? E a THA, vai dar continuidade? A saudade e a distância são mesmo os algozes do amor?
É hoje, terça-feira, às 20h!

Desassistidas no AR!
Um programa relacionado a relacionamentos

Faça como o Tony, do Tzaum:



BABACAS

Durante a sua vida de fêmea bem resolvida e baladeira, você vai encontrar bofes sortidos. Os tipos mais variados poderão ocupar a memória de sua agenda de telefones, dos mais bacanas aos mais babacas. Como homem bacana é bom e todo mundo quer, não precisamos nos deter na análise do tipo, já que nosso serviço aqui é de alerta a moçoilas com problemas com assistência e orientação dos cromossomos y desorientados. Achamos salutar o desenvolvimento dos bofes que ainda não sabem prestar assistência com qualidade (os que já sabem também são muito bem vindos, até para orientar os “cromossomos y” estagiários no quesito assistência com qualidade), por isso, vamos tratar essa semana de um tipo muito grave de desassistência: a babaquice. O babaca sempre foi conhecido como boca-mole, tanso, devagar. Porém, a poluição atmosférica e o excesso de hormônios encontrado em carnes como o frango, produziram uma mutação genética no babaca, criando novas espécies.

São elas: o babaca boçal, o babaca escroto e o babaca clássico.

Foi publicado um texto das Desassistidas na
6º edição da Revista Núcleo Online:
Os burros que nos desculpem, mas inteligência é fundamental!
Você também pode publicar é só encaminhar textos para análise.
Visite a revista!!!

CONTRATAÇÕES

Fim de semana chegando, a faxina já foi feita e mandamos embora muita coisa que só ocupava espaço.

E para provar que não somos mocinhas intolerantes, estamos abrindo vaga para novas contratações. Afinal, como já dissemos antes, nós somos favoráveis ao novo (e quanto mais novo, melhor). Por isso abrimos espaço em nossas vidas para:

- Gatinho cheiroso (uma delícia para beijar)
- Pegada
- Homem inteligente
- O cara que te escuta (e beija de olhos fechados)
- Homem decidido, que não fica de nhenhenhém (muito menos de banho-maria)
- Amigas parceiras, que enxugam lágrimas e dão bronca na hora certa
- Respeito por nós mesmas, pelos outros e pelo mundo ao redor
- Solidariedade
- E dias mais felizes!

E, para o fim de semana, esperamos que seja esta a trilha sonora para todos nós (e que você faça a sua de uma maneira muito especial)

Todo dia é dia
E tudo em nome do amor
Essa é a vida que eu quis
Procurando vaga
Uma hora aqui, outra ali
No vai-e-vem dos teus quadris
Nadando contra a corrente
Só pra exercitar
Todo o músculo que sente
Me dê de presente o teu bis
Pro dia nascer feliz
Pro dia nascer feliz
O mundo inteiro acordar
E a gente dormir, dormir
(Cazuza/ Frejat – Pro Dia Nascer Feliz)

Recebemos mais uma participação, desta vez do RENATO!

As demissões em massa continuam no Desassistidas!

Bobeou, dançou. E a gente faz a fila andar rapidinho!

Como nos incomodamos com muita coisa (incomodadas essas Desassistidas, não?), dividimos em categorias os demitidos de hoje.


Objetos - volta e meia você se pega reclamando de alguma coisa que não funciona direito ou mais atrapalha que ajuda. Então:
- Sutiã de alça de silicone
- Roupa íntima atochada
- Computador obsoleto
- Salta agulha e bico fino
- Motor da broca do dentista

DEU PRA TI!

Pessoas - gente que vive em seu mundinho e esquece do mundo ao redor. Solidariedade? Compreensão? Isso é contagioso?
- Holograma man
- Amiga traíra
- Chefe tirano
- Meu “eu” masoquista
- Erótico selvagem (ou o tarado da web)

CHEGA!

Recebemos mais uma participação, desta vez do Reges!

Hoje (07-12), às 22h, Desassistidas no AR!
Vamos falar sobre BEIJO
Beijo bom, é beijo roubado?

Desassistidas no AR!

Estamos realmente convencidas de que fazer um programa sério, com entrevistas e um roteiro não vai dar certo. Ontem mais uma tentativa foi abortada na edição de Desassistidas no AR! da Rádio DCE Unesc. Tudo culpa dos nossos convidados: cinco atletas do time de vôlei da Unesc.

Divertidos, irrequietos e altos, muito altos, os meninos fizeram uma verdadeira bagunça no estúdio com direito a canja no final do programa (assista aqui). As Desassistidas agradecem a Eduardo, Felipe, Gustavo, Luciano e Rafael pela participação (e muitas gargalhadas).

Na foto: a mão da RO, Felipe, Eduardo, Rafael, Luciano e Gustavo

Como sempre, nossos ouvintes prestaram aquela assistência especial pelo MSN, contando histórias, dando sugestões e pedindo músicas (dessa vez atendemos ao pedido do Renato). Lembramos que a campanha “Eu ouço Desassistidas” continua! A Anny já nos mandou material:


Não percam na próxima terça, dia 12,

a última edição de 2006 na rádio DCE,

depois disso, só em 2007!

Eu te demito da minha vida

Ontem foi feriado aqui em Criciúma, aproveitamos pra descansar, pegar uma praia...com algum atraso, a semana começa!


Inspiradas no participante de “reality show” Peter Collins que, numa atitude surpreendente, demitiu o mala (mas sempre de escova impecável) Roberto Justus de sua vida em “O Aprendiz”, Desassistidas resolveram dar um basta em situações e pessoas cansativas.

Chega de agüentar coisas que não trazem benefício algum e ainda por cima, cansam nossa cútis de pêssego.

Sabe aquele momento que dá vontade de colocar o bom senso numa caixinha e mandar tudo pra aquele lugar (sim, aquele lugar)?

Pois é. Foi aí que pensamos: e por que não? Por que não mandar passear quem está merecendo?

Aquele assistente que ama um banho-maria, o irmão pochete que só sabe incomodar, a baixa estima, aquela amiga traíra que só faz comentário inconveniente, por que não?

Chega. Deu pra ti. Não rola. Acabou. Cansei. Já deu o que tinha que dar.
Desabafe, coloque pra fora tudo aquilo que aflige esse coraçãozinho. Caso rolem umas lágrimas, sem problemas, a gente descola um lencinho de papel.
Puxando o bloco, nós, Desassistidas:

RO - homem que só dá toquinho no celular, chega! Holograma Man: eu te demito da minha vida!

THA - você, mané, que pensa que mulher é tudo burra e trai compulsivamente: eu te demito da minha vida!

E você, o que demite da sua vida?

Estamos participando de um amigo secreto entre blogueiros, vai ser uma nova forma de blogagem coletiva, quer quiser saber como funciona viste o blog da Claudia Blue.


E hoje (05-12), às 20h, tem Desassistidas no AR!
Talvez o último programa do ano nas terças-feiras.
Então você não pode perder!!!

Blogagem Coletiva

A Valérie deu a idéia e a gente aderiu: uma blogagem coletiva, praticamente uma suruba pela net com o tema “Dite moda, não deixa que a moda te edite”.

Em vez de barriguinha sarada, uma conversa consistente.

Botox? Prefiro congelar um sorriso, na memória é de graça.

Megahair só se for de tanto puxar os cabelos naqueles momentos a dois.

Etiqueta famosa é a tal regrinha de ouro: tratar os outros como gostaria de ser tratada.

Abrir uma revista ou assistir TV pode ser muito perigoso: ficar com a impressão de que você não é suficiente, pois não tem o olhar lânguido da mulher de salto agulha que lava a louça com tanto charme que parece até que tarefa doméstica é o melhor tônico facial já inventado.

Não é preciso perguntar se a publicidade anda vendendo além de calças jeans, um estilo de vida que ninguém pode ter. Todos sabemos disso. Ninguém vive glamurosa sete dias por semana. Ninguém consegue equilibrar-se num salto agulha a caminho do ponto de ônibus e, 10h depois, permanecer impecável.

Caminhamos para uma padronização de imagens, de um belo artificial e, por conseqüência, sem gosto. Mudar o quadro depende de nós, de não aceitarmos mais que nos coloquem uma embalagem que muda a cada estação para continuar rendendo lucro à meia dúzia.
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A edição de quinta do Desassistidas no AR! na Rádio Criciúma foi mais uma tentativa nossa de fazer um programa sério, já que o tema pedia seriedade: o combate ao HIV. Porém, foi só chegar no cunete (sim, é bem isso que vocês estão pensando), que a coisa desandou de vez...

Mais uma vez os ouvintes participaram ativamente, com sugestões divertidíssimas.

Um abraço especial para Abreu, André, Anny, Carlos, Cíntia, Eduardo, Falamansa, Gustavo, Jaime, Lê, Milton Braz, Milton Toshiba, Renato, Val

Vejam só a surpresa que a Anny preparou pra gente


Novidades galera!!!
Estamos em uma reportagem do Trama Universitário.
Clique aqui para ler!

O BANHO-MARIA

Uma panela gigante, muita água, você e um bofe. Está formado o cenário de um clássico do relacionamento: o banho-maria. Variações diversas são encontradas, como a tecnológica, a default e a irritante.

O banho-maria tecnológico se tornou viável graças ao avanço da informática. Consiste em manter o alvo de seu afeto em sua mira com uso do celular, MSN e Orkut. Como? Simples, deixe no Orkut de seu alvo recados periódicos, algo do tipo "ei, estou aqui". Deixe seu status no MSN como "ocupado" e de vez em quando puxe assunto. Mas a melhor e mais infalível técnica do banho-maria tecnológico é o famigerado toquinho no celular": uma vez por semana, vasculhe a agenda do seu celular a procura de assistentes do passado, presente e futuro (por que não?), disque o número e deixe chamar por alguns segundos. Pronto, você será lembrado e ainda por cima, marcou presença.

O banho-maria default é o clássico, conhecido também como "não f* nem sai de cima", "não ca* nem desocupa a moita", "não chove nem molha". O cidadão fica ali, assistindo com certa regularidade, mas sem dizer a que veio.

Por definição, todo banho-maria é irritante, porém, existe um que supera todos, pois os espaços entre as assistências são muito longos e elas não apresentam uma trajetória gráfica regular. Ele esgota as energias dos envolvidos e alimenta o instinto assassino do ser em cocção.

É importante lembrar que o banho-maria é uma estratégia não muito honesta, pois cozinhar pessoas não é algo válido. Até porque numa dessas, do outro lado, pode estar alguém que realmente se importa com você.Também é importante não confundir essa estratégia com a do io-iô, que explicaremos depois.

Hoje (30-11), às 22h, Desassistidas no AR!
Na Rádio Criciúma.

Lançamento da Campanha

Ontem o programa Desassistidas no AR! foi só alegria: nosso convidado especial, Harlan, baterista da Banda Vinhas falou com a gente sobre música, as mudanças na banda e é claro, desassistências, assistências e estratégias (ou falta de...).

Ainda tivemos a participação (divertidíssima) dos ouvintes pelo msn (desassistidas@hotmail.com) e o lançamento da campanha: "Eu ouço Desassistidas", criada pelo Russo, que logo ganhou a adesão do Realdo (o nosso querido Mesa) e do Tio Renato.

Para participar, envie uma foto com a frase da campanha para desassistidas@gmail.com

Estamos aguardando a sua!

Na foto abaixo, Russo e Realdo, dando aquela assistência!


ESTRATÉGIAS

Dizem que no amor e na guerra vale tudo (menos dedo no olho e chute lá, nos órgãos reprodutores). E se o amor tem status de guerra, é preciso saber que guerras não são ganhas sem uma boa estratégia.

Sim, quando se trata de conquistar alguém, todo mundo lança mão de um artifício, de uma forma de aproximação. Você, com certeza já caiu numa estratégia e também já usou alguma.

Cada estilo de conquista define uma estratégia diferente: há os que preferem o famoso e popular doce e também o odioso (e recorrente) banho-maria.

O DOCE

Você já foi alvo dessa estratégia.

Caso soubesse antecipadamente, provavelmente teria dito “por favor... acha que vou cair nessa?”.

Mas, sinto muito, você caiu. Sutil e eficiente, o doce é uma das estratégias mais utilizadas por homens e mulheres. Trata-se de um jeito indiferente, cool e despreocupado, porém, friamente calculado para minar a sua resistência e se render aos encantos do estrategista.


HOJE (28-11), às 20h, DESASSISTIDAS NO AR!

Sobre a FE

Como alguns leitores do blog e ouvintes da rádio já perceberam, a FE não faz mais parte das Desassistidas. E vocês agora se perguntam: Como? Por quê? Onde? Quando? Oh, céus!

Não contaremos os detalhes (principalmente a parte da luta na lama e quando arrancaram o megahair da RO), mas vamos dar uma resumida na história porque, afinal de contas, éramos três...

A FE entrou no Desassistidas no segundo tempo da partida, quando RO e THA já tinham uma linha definida e idéias, milhões de idéias. Graças a gravação de uma participação em “Música para Mulheres”, dos nossos amigos da Banda Leopoldo e Valéria, RO conheceu FE, que já era amiga de THA. Ambas curtiram-se mutuamente concomitantemente ao mesmo tempo e o convite pra integrar o grupo foi imediato.

Com o passar do tempo, o projeto Desassistidas começou a exigir cada vez mais comprometimento das três e a FE não estava conseguindo conciliar os estudos, o assistente e mais duas desassistidas pedindo atenção. Então, na semana passada, após muito debate, FE achou melhor sair do grupo.

Agradecemos a FE por sua colaboração nesses meses como integrante do grupo. As boas recordações e, com certeza, os momentos divertidos que vivemos juntas vão ficar na nossa memória. Éfimil, relichiosa, seu conhecimento FEnomenal sobre contos de fadas, entre tantas outras coisas engraçadas que surgiram durante as reuniões das Desassistidas, nos fazem saber que valeu a pena.

Fernanda, desejamos para você muita felicidade e sucesso no seu caminho.

E, vocês, leitores, aguardem! Amanhã publicaremos o primeiro capítulo da série: “Estratégias”.

DÁ-LHE TIGRE!

Desassistidas mostram a cara, promoção por tempo limitado

A edição do Desassistidas no AR! no dia 23 de novembro foi ao vivo e a cores. Finalmente, mostramos nossos rostinhos. Quem viu, viu. Quem não viu, não sabemos...

Interessante é que transmitimos direto da Feira da Indústria Metalmecânica, aqui em Criciúma. E você nos pergunta: o que essa feira e as Desassistidas têm em comum? Nada, absolutamente, nada. A princípio. Porque analisando melhor, descobrimos que este tipo de feira atrai um visitante que muito nos interessa: o cromossomo y. Circulando livremente pelos corredores do evento, vimos os representantes da estirpe em matilhas ou em vôo solo e nos impressionou o quanto eles se sentem confortáveis com tantos “brinquedinhos” e quanto o ambiente transpira testosterona. Acomodadas no stand da Radio Criciúma, Desassistidas fizeram direto da feira a primeira edição do programa com imagem. Debatemos com nossa convidada especial, Rejane Menegon, os locais alternativos para casais que não possuem um teto para uma conversa mais particular. Ela também falou sobre suas experiência como atriz e deu uma dica preciosa sobre um local interessante.

E pra fechar a semana, mais alguns lugares analisados:

- Banheiro de ônibus: péssima e desesperada opção. Não há entrosamento e habilidade malabarística que resistam ao sacolejar do veículo a cada curva (isso, sem levar em consideração o péssimo estado de conservação das rodovias brasileiras). Mas, acima de tudo, é a lastimável higiene desses lugares o que fator decisivo contra uma conversa mais particular ali dentro.
- Boate: ganha pontos pelo fator perigo, mas perde também por isso. Pegação precisa de um mínimo de qualidade para seu bom desenvolvimento. O quesito higiene também pode deixar a desejar neste ambiente.
- Avião: a dica quente de nossa convidada é um lugar perfeito devido às variações de pressão, atmosférica é claro. Também acreditamos que as turbulências garantam um plus a conversa.
- Selvagem, literalmente: para os amantes da ecologia, nada melhor que o amor na natureza. A única coisa que atrapalha são os mosquitos. E o risco do flagrante, é claro.

CONVITE

O mar, as estrelas, a lua. Ah... a lua...

Cenário ideal para se protagonizar um romance, não fosse um pequeno, insignificante, minúsculo detalhe: a areia. Sinta-se um filé a milanesa ao rolar nas areias escaldantes, se dia, ou frias, se noite. Rolando para cá, para lá e para cá de novo, a areia vai aderindo silenciosamente em seu corpo suado até lhe conferir o status de prato do dia. Dias mais tarde, você ainda encontrará areia em cantinhos inimagináveis de seu corpo e vai até questionar o design do corpo junto à biologia devido ao excesso de concavidades e reentrâncias que propiciam o acúmulo de areia.

Apesar de romântica, a praia ainda tem contra si o fator flagra: relatos chegaram à redação de pessoas que tropeçaram em casais à beira mar. Melhor enfrentar um hematoma de freio de mão e denunciadores vidros embaçados do que ser pego com as mãos na calça ou em lugar mais comprometedor ainda.
Mas ainda assim, vale arriscar um pouquinho a pele para aventurar-se sob a luz da lua.
_________________________

Olá amigos(as), amanhã (quinta-feira, 23-11), às 20h, nós Desassistidas, seremos literalmente “ASSISTIDAS”, nosso programa estará sendo filmado e apresentado no site www.webtvcidade.com.br, estaremos mostrando nossos lindos rostinhos (tsc, tsc!). Contamos com a participação de vocês pelo chat, que estará aberto no mesmo site.

Também saiu uma entrevista com as Desassistidas na coluna da Jornalista Maíra Rabassa. Quem quiser ler é só clicar aqui. Está mais no final da página.

Apreciem o Manual que recebemos da MARA por e-mail, ele é auto-explicativo.

LUGARES

Durante esta semana, analisaremos os locais para, hã... digamos, uma conversa mais particular, escolhidos pelos casais que ainda não desfrutam a alegria de dividir o mesmo teto.

O CARRO

Uma boa pegação, digna de entrar para a história das pegações, deixa marcas. Ou melhor, hematomas.
E não há lugar mais propício a marcas e dores generalizadas pós-pegação que o carro.

A culpa é sempre do freio de mão
Sugestão aos designers de automóveis: mais de 90% dos casais já se pegaram ou vão se pegar dentro de um carro. Então, por favor, revistam o freio de mão com materiais macios e que não deixem marcas após horas de contato ininterrupto.

Portas – um mal necessário
Responsáveis por 80% dos hematomas nos joelhos, as portas devem ser revestidas com espuma de boa densidade, capaz de absorver impactos de alta e baixa freqüência.

Rádio + pés= trocas constantes de estação e alterações no volume
Sensível demais, o painel de controle do rádio no carro oscila de acordo com as oscilações ocorridas nas cercanias. Urge a criação de uma tampa de proteção contra pés e joelhos (sabe-se lá como eles chegam ali).

Não é japonês, mas parece
Os japoneses são pródigos na criação de espaços compactos e o interior de um automóvel em muito lembra as minúsculas unidades de habitação da terra do sol nascente.
Coloque dentro de um carro popular um homem de 1,90m e uma mulher de 1,70m e você terá mais uma continuação de Missão Impossível.

Primeiros amigos, primeiras baladas, primeiras cag...

Dizem que os amigos são a família que podemos escolher e em alguns casos, que Deus os cria e eles se juntam.

O primeiro contato com aquele amigo do peito é sempre marcante: uns dizem que não foram com a cara um do outro no primeiro dia, já para outros, a sintonia é imediata. O que importa é que a amizade fica, para sempre. Conta uma das redatoras que o primeiro contato com uma grande amiga foi no segundo dia de aula: “meu pai me levou pela mão e uma menina (hoje minha melhor amiga) chegou para ele e disse: pode deixar que daqui para frente eu cuido dela!”
O melhor amigo vai estar presente nos grandes momentos da vida, senão fisicamente, ao menos no pensamento.

E é quando chega a fase da balada que se descobre a real função dos amigos: ajudar a enfiar o seu pé na jaca, encobrir esquemas de ficantes e rir da sua cara alguns anos depois porque lembrou daquela vez que você caiu de quatro na balada.

E por falar dela, na primeira balada, ou melhor, na fase pré-balada, você vai a festinhas do tipo “meninas levam salgados/ meninos levam bebidas”, a famigerada festinha americana. Ainda há uma clara divisão entre XX e XY e alguns meninos acham mais divertido brincar de super-herói do que dançar com alguma, eca!, menina. Mas no decorrer da primeira pré-balada, surge um climinha durante a música lenta, casais começam a se formar e aí que a Central de Pais e Bigodes dispara o aviso sonoro de risco de beijo. Após alguns minutos dançando, seu pai aparece pra te levar embora. E aí, você, que estava tão próxima de um primeiro beijo, vai pra casa de mãos vazias e dando explicações sobre o seu par.

Algumas pré-baladas depois, você finalmente está pronta pra encarar uma balada de verdade. Com hora marcada pra voltar, mas é uma balada. Após meses de negociações, súplicas, pedidos desesperados pra ver aquele show que “nunca-mais-vai-voltar-aqui-na-cidade, pai/mãe”, a carta de alforria é assinada e você é semi-livre pra curtir a sua balada.

Pode ser uma experiência traumatizante que te leve a escrever textos para ensinar os rapazes a prestarem assistência, algo como, por exemplo, ter seu cabelo mastigado por um desconhecido. Acontece nas melhores famílias.
A azaração na noite, a primeira música “eeeeee”, a rodinha de amigos dançando. Tudo novo, diferente.

E, para os menos precoces, algumas baladas depois, você terá seu primeiro porre. Motivado por uma decepção amorosa ou por excesso de timidez ou empolgação, o fato é que você poderá se exceder no álcool e acabar a noite chamando Hugo ou Raul. Mas quem estará do seu lado segurando seus cabelos e encobrindo o crime? Sim, seus amigos.

As primeiras bobagens feitas contam com o aval e assistência técnica dos amigos. Quando todos resolvem experimentar aquilo que não deveriam experimentar, quando todos resolvem ir onde não deveriam ir e sempre há um amigo pioneiro, o porra-louca por definição que abre as portas para os demais.

E é invariavelmente um amigo que vai segurar a sua onda quando você mais precisar.

Queremos agradecer aos amigos que estão nos apoiado no programa da Rádio Criciúma, a participação de vocês no chat é muito importante. Salvamos todo o bate papo e passamos horas lendo, linha por linha. Fernando (tocando) a RO e a THA estão te mandando um abraço!
Pra quem ainda não participou, quinta-feira tem mais!!!

Era uma primeira vez...

...NA ESCOLA!

O primeiro dia de aula assemelha-se ao dia do seu nascimento: você é tirado à força de um lugar quentinho, onde não precisava se preocupar com nada a não ser comer e dormir. De repente, são 6 horas da manhã e é preciso acordar, vestir o uniforme, comer e ser levado até a porta de um lugar estranho onde um sol (com um sorriso psicótico) lhe dá as boas vindas.

Choro, drama, tentativas de rebelião, nada funciona e você é obrigado a continuar lá, naquele lugar com aquela moça estranha que não para de sorrir e mais uma dezena de, argh!, garotos/garotas. Só após alguns anos você vai descobrir que os/as, argh!, garotos/garotas, não são tão arghs assim, muito pelo contrário...

Se você sofrer de um caso raro de cedeefismo agudo (CDF grau 4) como as Desassistidas, seu choro, nos demais dias, será na hora de ir embora e não ao entrar na escola.

...NO TRABALHO!
Já o primeiro dia de trabalho é um mágico: você agora pertence à categoria assalariada, faz parte do maravilhoso mundo PIS/PASEP e finalmente descobre para quê a Previdência Social existe: para todo mês descontar 10% do seu salário bruto. Após anos de faculdade onde sua experiência com a labuta se limitava ao cargo de escraviário, quer dizer, estagiário, chega a hora de ganhar respeito e, claro, dinheiro.

Logo no começo, todos os colegas são maravilhosos e, nossa, como oito horas passam rápido!
Provavelmente, você vai descobrir que tudo que aprendeu na faculdade não servia para nada e é aí que começa a ter fortes convicções de que, ao invés de freqüentar a Academia, você freqüentava a Ilha da Fantasia, onde tudo era perfeito e a educação física e a metodologia científica conhecimentos realmente imprescindíveis para seu cotidiano profissional.

É também nas primeiras horas como proletária que você descobre quão importante é a expressão “jogo de cintura”. Para com o colega do outro setor que não foi muito com a cara da novata ou para a pilha de trabalho com a qual o chefe julga que a novata é capaz de lidar.


HOJE, às 22h, tem Desassistidas no AR!
Na Rádio Criciúma, com chat ao vivo.

A Primeira Vez

Muita expectativa cerca a primeira vez. Os filmes romantizam o momento, cercando de trilhas sonoras doces, que falam de amor eterno, mas a verdadeira música da primeira vez é composta por um único verso: “ai”.

Pode ser um “ai” de satisfação, misturado com um de realização. O som do “a” é prolongado e o “i” surge como um grand finale, a cereja no topo da cobertura.

Ou então um questionador: “será que ele gostou?”. É aquele “ai” ligeirinho, três vezes seguidas (ai,ai,ai), dando ênfase ao terceiro “ai”. Ou seja, é um ai de preocupação.

E tem o mais comum, o “ai” único, de dor, de nervosismo e até de raiva, porque não foi possível passar disso, de um ai.

Por isso, a primeira vez a gente nunca esquece: pois é quente e causa sensações estranhas antes, durante e depois. Seja porque foi incrivelmente romântica e perfeita (nos filmes, sempre é), estranha e desajeitada (o que mais se assemelha à realidade) ou traumatizante e dolorida (raro, mas acontece).


HOJE, às 20h, DESASSISTIDAS NO AR!
Add no msn:
desassistidas@hotmail.com
Clique aqui para ouvir!

Momentos Inesquecíveis

Dizem que recordar é viver, pensando nisso, Desassistidas remexeram (especialidade da THA) o baú, para trazer à tona lembranças, detalhes, nem tão pequenos, de nós três, quatro, cinco, seis...

O PRIMEIRO BEIJO

Ah... o primeiro beijo! Nada mais doce, nada mais terno e nada mais sem graça e atrapalhado que o primeiro beijo...

O coração pula! “Será que ele vai gostar?” “E se ele perceber que eu não sei beijar?” “Será que estou com mau hálito?” Parece editorial da revista Capricho, mas são apenas fragmentos do turbilhão de idéias na mente do dono dos lábios que se aventuram pela primeira vez nos lábios de um outro alguém.

“E quando acabar o beijo, o que eu faço?” “Abro os olhos? Falo alguma coisa?”
E quando acaba, não se pensa em outra coisa além “mas é só isso?”
Para celebrar a nostalgia, nossa seleção de histórias mimosas sobre primeiro beijo:

No meu primeiro beijo, provei porque hoje sou conhecida como fenômeno, pois o menino ficou impressionado com minhas habilidades bitoqueiras, parecia que nem era o primeiro beijo. Mas pra mim, ser uma exímia beijoqueira não importava muito, o lance era contar que só tirava dez no colégio, que era a mais inteligente, essas coisas de CDF...depois disso, nunca mais vi o menino.

Meu primeiro beijo teve gosto de café com leite e fórmula de Baskara. Apaixonada por um belo CDF, ou um CDF belo, eu, que também gostava de sentar na primeira fila e dizer “eu sei a resposta professora, eu sei a resposta”, beijei pela primeira vez numa viagem de fim de ano da escola. Foram dois dias de muita pesquisa (uma espécie de cursinho sobre a arte da troca de fluidos da região das papilas gustativas), mas, depois de um lanche numa dessas paradas de viagem, troquei meu primeiro beijo numa tarde de novembro.

Depois de muito me remexer, finalmente troquei cuspe no final de uma gincana do primeiro ano do segundo grau. Meu príncipe encantado fora cover do Dinho das Mamonas Assassinas (ele também gostava de se remexer) e, ao final da apresentação, tomou-me nos braços e, assim, como uma groupie, descobri o que era beijar.
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