Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas, Paris, São Paulo...

Durante esta semana, Desassistidas exercitam seu lado groupie e babam ovo por mulheres que além de abrir caminhos para todos nós, inspiraram atitudes e comportamentos mundo afora.

Amanhã

Elas foram ousadas e deixaram sua marca no mundo das artes: a arquiteta Lina Bo Bardi, a escritora Clarice Lispector e a artista plástica Frida Khalo.

7 Pecados do Comportamento Feminino

VAIDADE

_ Não Paty queridaaa. Não posso sair hoje. Esta chovendo e você sabe que a chuva acaba com a minha chapinha.

Quantas mulheres se privam da diversão em nome da vaidade?
Que perdem momentos de descontração porque precisam estar impecáveis?

Nada contra uma produção, afinal de contas, frescura é o nome do meio das Desassistidas, mas um rímel escorrido depois de hora de dança é muito mais interessantes que uma maquiagem perfeita em uma foto.
Passar fome para entrar em um vestido e acabar colecionando doenças psiquiátricas não é raro entre mulheres. Fala-se em liberação feminina, mas ainda existem muitas mulheres prisioneira de imagens e padrões.

IRA

Quantas mulheres já desceram do salto tomadas por sentimentos pouco nobre?
Não adiantou contar até 10, a raiva foi crescendo, a boca espumando e de repente, anos de educação nos mais tradicionais colégios europeus são distribuídos por palavras que mais se adequariam a um filme pornô.
Usar adjetivos como vaca/vagabunda/galinha para se referir a uma suposta rival, também é pecado segundo o manual de elegância e bons modos de Lucrecia Sivuplê consultora de etiqueta das Desassistidas.

Para afastar este cálice, quer dizer este pecado e garantir a entrada no reino das mulheres de temperamento moderado, indicamos o aprofundamento espiritual e a repetição do mantra “Ninguém Merece”.

De volta

Foi muito confete, muita serpentina. Muito sol e pouca comida.
Resistindo a tudo e a todos (bem, nem todos...), Desassistidas voltam a atividade após o bacanal, quer dizer, carnaval.

Para esta quarta-feira de cinzas, dois pecados básicos e antagônicos:

AVAREZA

Quem nunca teve uma amiiiga que regulava bofe? Aquela que nunca quer repartir o pão, mesmo quando não tem interesse em promover a assistente o cromossomo y em questão? Eio, muito feio.
E tem também o tipo que não dá nem bom dia e emprestar aquela saia maravilhosa então, nem pensar!

GULA

Que loiro lindo, mas aquele moreno ali... o que é aquilo! Cuidado você com seu candidato a assistente, pois ela vai olhar e se puder, alisar, pegar e muito mais. Para ela, um é pouco, dois é bom e três é demais: sensacionalmente demais!
Nunca está satisfeita e por conta disso acaba avançando sobre o alheio, ignorando a convenção de genebra que determinou em 1912 que bofe comprometido é bofe proibido.

0s 7 pecados do comportamento feminino

INVEJA

Essa bunda dura...Também, deve ficar horas na academia, né?
Deve passar só no alface. Eu que não vivia assim!
A inveja, já dizia aquele filósofo grego, é uma mer...
Esconde insegurança, uma certa insatisfação consigo mesmo. Para se sentir melhor, a mulher precisa diminuir a outra.
Como por exemplo, a famosa e estimada amiiiiga desmerece o assistente da amiga. Rebeca Cristina, nossa especialista em RDG (Relações de Gosto Duvidoso) alerta para a vontade da amiiiiga de catar o assistente alheio.
Para curar essa coisa feia e sem graça que é a inveja, nada melhor que um exercício básico de auto-estima: cante o funk “Perigosa” na frente do espelho. Para afastar invejosos de plantão, muita auto-confiança.

LUXÚRIA

Bem, em tempo de escassez e restrição no mercado oscilante, se você tem com quem se render a volúpia, não seremos nós a regular.

Desassistida faz uma pausa para o carnaval e
retorna, na próxima quarta-feira,
com a série sobre os 7 pecados capitais.

0s 7 pecados do comportamento feminino

Usar um decote para conseguir um atendimento diferenciado. Deixar de lado o curso de francês porque começa muito cedo. Gritar com o caixa no supermercado descontando as frustrações do cotidiano. Padrões de comportamento pouco glamurosos utilizados por algumas fêmeas. Como estamos empenhadas em revelar o lado sem photoshop do tratamento que algumas mulheres dispensam a outras, nesta semana Desassistidas abordará os 7 pedcados capitais no comportamento.

SOBERBA

A noite está fervendo. A pista de dança está cheia e todos embalados. Eis que chega ela, a Super-poderosa, empurrando todos, derrubando bebida e, pior de tudo, queimando a todos com seu cigarro.

A superpoderosa pensa que é melhor que as demais e está um grau acima na existência terrestre. Seu cabelo é o mais bonito, sua pele, uma seda e seu papo, bem... deixa pra lá.

O orgulho é um excelente repelente, ótimo meio para acabar com relações. Cria barreiras desnecessárias e que podem se tornar intransponíveis com o passar dos anos.

VEJA: RO vestida para matar!

Campeonato Mundial de Trairagem

Milhares de tevês sintonizadas, os corações batendo no mesmo ritmo. É o campeonato mundial de tapa e puxão de cabelo! Conheçam as competidoras:

Amiga traíra peçonha nível 1:

Expressão favorita: até que...
Ela se manifesta em: ocasiões em que você está feliz, episódios de sucesso em geral e começos de namoros.
Golpe baixo: mira certeiro na auto-estima e desfere uma frase sutil como “para sua idade até que está ótimo”.

Amiga traíra peçonha nível 2:

Expressão favorita: mas você sabe, né...
Ela se manifesta em: momentos de dúvida.
Golpe baixo: destila seu veneno em doses mínimas colocando em cheque a fidelidade do assistente ou de um amigo. “Não acho demais você ir sozinha, mas você sabe, né... as pessoas comentam...”

Amiga traíra peçonha nível 3:

Expressão favorita: também, faz tanto tempo...
Ela se manifesta em: situações de êxito profissional ou intelectual.
Golpe baixo: faz pouco caso de uma notícia boa. “Também, faz tanto tempo que você trabalha lá, tinha que ser promovida ou demitida...”

Analisando cientificamente as espetadinhas

O que leva uma mulher a menosprezar o sucesso da outra? Inveja? Falta de amor? Assistência sem qualidade?

Com essa pergunta na cabeça, Desassistidas, baseadas em sua corrente antroposófica de pesquisa, o nada, publicam com exclusividade as respostas para mais um dos GQD (Grandes Questionamentos Desassistidos).

A espetadinha profissional

Amiga conta para amiiiiga que conseguiu uma promoção. A amiiiiga diz apenas “também, depois de tanto tempo trabalhando naquela empresa ou te promoviam ou demitiam, né?”.

Para responder a essa questão, procuramos o AAA, Antônio Augusto de Albuquerque, consultor de RH:

- Veja bem, ao evocar o tempo de trabalho na empresa, a amiiiiga revela inveja da estabilidade profissional da amiga.

A espetadinha no Bofe

Amiga pergunta para amiiiiiga se há problema num casal que sai separado. A amiiiiga responde: “eu não me importo, mas sabe como a mulherada está assanhada hoje em dia, né?”.

Segundo a especialista em RGD (Relações de Gosto Duvidoso), Rebecca Cristina, a afirmação ofídia da amiiiiga revela uma vontade latente de pegar o bofe alheio. Ao afirmar que o assistente da amiga corre perigo solto na noite, a amiiiga quer dizer que se o encontrar na balada, aquele cromossomo y será dela.

A espetadinha na auto-estima

Amiga pergunta amiiiiga se ficaria legal com uma tatuagem. Amiiiiga responde: “você acha que ainda tem idade pra isso?”.

A consultora de moda e estilo, Phd em costura e aviamentos, Kellen Valentina, diz que, assim como no boxe é golpe baixo chutar as partes divertidas, limitar as escolhas de uma pessoa a uma faixa etária também é desleal. Desmotivar o adversário para abalar sua confiança é estratégia antiga e sem classe alguma. Para Kellen, tal comentário deve entrar por um pavilhão auditivo e sair por outro.

`Vou fazer uma tatuagem!´
`Você acha que ainda tem idade pra isso?´
Destilando veneno, hoje às 22h no Desassistidas no Ar.

Comportamento Feminino

Cena 1
- Oi, querida! Tudo bom?
- Nossa, como você ficou bem nesse vestido floral! Acho o máximo quando a pessoa é assim: não se importa se a coisa não tá mais na moda! Você é super autêntica!

Cena 2
Duas amigas conversam sobre uma festa.
- Não acho nada demais o Carlos Eduardo ir na festa enquanto eu vou viajar com a família.
- Eu também, claro, mas ficaria preocupada, sabe? Aquela fulaninha vai na festa também, mas...

Cena 3
- Olha que legal: o projeto que apresentei foi aprovado!
- Também, só tinha o teu...

Amigo é coisa pra se guardar...
Bem, se for amiga traíra, só debaixo de sete palmos.

Há muito tempo as Desassistidas debatem e se debatem em torno de uma questão muito grave: a competitividade agressiva entre mulheres.

Quem nunca teve uma “amiga” que tinha sempre a palavra certa naquele momento de dúvida e incerteza? A palavra certa para desmotivar e fazer qualquer um se sentir um lixo.

Em virtude da proximidade do Dia Internacional da Mulher, celebrado dia 8 de março, as Desassistidas vão dedicar o mês de fevereiro a essa questão mal resolvida e pouco discutida: o lado obscuro do comportamento das representantes da estirpe XX.

Novidade!
Saiu uma matéria das Desassistidas no site
da empresa onde a RO e THA trabalham!

É hora de dizer tchau

Eu vou te deletar te excluir do meu orkut
Eu vou te bloquear no msn
Não me mande mais scraps nem email power point
Me exclua também e adicione ele

Para quem não tem a elegância e delicadeza de Everton Assunção, autor da brilhante canção acima sobre o término de uma relação, dizer tchau não é tarefa fácil. Sempre fica a dúvida se a decisão correta está sendo tomada, se não haverá arrependimentos.
Mas existe uma forma simples de terminar uma relação? Existe uma maneira de encarar o fim sem sofrimento? Claro que não. Ninguém gosta de se sentir rejeitado e rejeitar alguém também não é fácil. Para facilitar a vida dos nossos leitores, já tão cheia de compromissos e atribulações, Desassistidas lançam um guia rápido para término e recuperações de rompimentos. Seja você o pé, seja você a bunda, use nosso guia para superar esse momento com a mesma desenvoltura de quem vai a padaria comprar um pãozinho.
Para acabar:
- JAMAIS, em hipótese alguma, use a frase: “não é você, sou eu”. A utilização do chavão pode render de um a dois anos de reclusão por uso indevido de frase feita.
- Não tire a pessoa de uma atividade rotineira ou marque um encontro com ares de evento especial (isso pode gerar expectativas equivocadas sobre o teor da conversa).
- Ao falar com a pessoa, utilize o clássico “precisamos conversar”, com expressão séria. Isso prepara o terreno, mais ou menos como aquela história do gato que subiu no telhado...
- Não abra mão da sinceridade, mas não utilize da sutileza de um elefante manipulando um origami. A pessoa já vai ter motivos suficientes para se sentir um lixo, você não precisa ajudar.
- Não saia falando mal do passado. Você teve motivos para estar junto a essa pessoa e falar mal dela depois não é elegante e pode depor contra seu caráter. A não ser que a pessoa tenha destruído sua coleção de papel de carta ou seu álbum de figurinhas do campeonato brasileiro, use discrição e bom senso ao tecer comentários sobre o fator ex.
Se um caminhão passou por cima de você, quer dizer, se a relação acabou...
- Despeito é o fim. Nada de ficar feito criança que perdeu a vez no parquinho dizendo “eu nem queria mesmo”.
- Se você está sofrendo, admita, mas não se esqueça de que novela mexicana é só na tevê.
- Chore se tiver vontade, mas não exagere para não desidratar ou ficar com olheiras.
- Use e abuse dos amigos. As orelhas servem para remoer a história de amor linda e maravilhosa que agora “se fue”, os abraços servem para acolher e os pés para lhe sustentar caso o chão falte.
- Nada de contratar capangas para dar um corretivo. Se a parte rompedora foi cruel com você, não se preocupe, o mundo dá voltas...
- Fique feliz: agora você está livre para encontrar alguém que retribua seu amor à altura!
- Não fale mal do passado. É muito chato e dá a impressão de que você estava passando tempo com a pessoa, afinal, se tinha tantos defeitos, por que estavam juntos então?
Não esqueça também de que esta é uma atividade conjunta, uma sociedade firmada entre duas partes onde cada uma contribui com o que lhe cabe: um com o pé, outro com o glúteo máximo. É normal se descabelar, achar que nunca mais vai amar novamente para logo em seguida se encantar com um novo sorriso (ou um antigo, por que não?). E nada é definitivo, tudo pode sempre mudar...

Está tudo acabado entre nós

Um hit que abalou as estruturas da indústria fonográfica brasileira em 2006 foi "Eu vou te deletar do meu orkut" (do conectado compositor Everton Assunção) que, aliás, completou 3 anos em janeiro de 2007.

A comovente melodia tratava de um delicado momento da vida a dois: a separação. Em tempos de banda larga, nada mais prático que terminar um relacionamento com um simples clique, não é mesmo? Mas para quem tem mais que 1 byte no coração deixar Bill Gates e companhia de fora ainda é o mais recomendado.

Dizem que, nesse tipo de negociação, é sempre melhor entrar com a parte posterior (a popular bunda) do que com o pé. Tudo porque a parte ativa, o pé, além de conviver com a dor da separação, poderá num futuro, próximo ou não, arrepender-se do rompimento. Já a parte passiva, a posterior, fica apenas com o sofrimento e as sessões de comédias românticas regadas a panelas de brigadeiro ou copos de cerveja.

Mas afinal, existe alguma posição confortável neste momento?

Hoje, às 22h, tem Desassistidas no AR!
Clique aqui para ouvir.

E na bagunça do armário embutido, meu paletó enlaça o teu vestido

Farol de Santa Marta - Laguna/SC

Para quem ainda não sabe, a THA está de férias, na praia, é claro. Ignorando os apelos de RO, que agarrada aos seus pés dizia “não se váááá”, ela fez as malas e foi. Assim como seus 83 tios, 297 primos e 793 agregados.
Tanta gente acaba sempre gerando confusão e situações embaraçosas.

A Casa das 8 Cuecas

Ao final da estadia da parentada, a primeira providência tomada foi organizar a casa. Arruma daqui, ajeita um cantinho acolá, lavam-se roupas, penduram-se roupas. Detalhe: a lavagem das roupas durante a temporada era coletiva e todos colocavam suas roupas para lavar ao mesmo tempo. Depois de lavadas e secas as peças eram devolvidas a seus proprietários.
Lavando aqui e acolá, apareceram misteriosamente não uma nem duas, mas OITO cuecas sem dono. Solitárias e abandonadas, as pobres cuecas esperam num canto da lavanderia o retorno de seus donos.

A saia que viajou 500km

Verão e vestimentas leves. Vestidos, shorts e saias. Prima A usa saia igual a prima B. Prima A é menor, prima B é maior. Acaba a temporada. Prima B tenta vestir sua saia, que não cabe. Prima A liga: a saia que levou é grande demais. Conclusão: trocaram as peças e a saia de prima B acaba viajando 500km de volta pelos Correios.

Toalha pra quê?

Sempre que fazemos a mala fica aquela sensação de que faltou alguma coisa. E já na metade do caminho vem o estalo: putz, esqueci a toalha!



VERÃO DESASSISTIDO – Farol de Santa Marta - Laguna/SC

Agora a chapa esquenta no Verão Desassistido!
Lindo, lindo, lindo. Essa é a frase que não vai sair da sua boca ao chegar no Farol, paraíso dos surfistas e de quem ama praias de difícil acesso. Fica a cerca de 130 km de Florianópolis e pode ser acessado pela cidade de Jaguaruna ou através de balsa, por Laguna. Divirta-se nas praias do Cardoso, Cigana, Prainha e Grande. O farol, construído por franceses em 1891, é considerado o maior das Américas e o 3º maior do mundo em alcance.


ASSISTÊNCIA: águas limpas, algumas boas opções para balada, restaurantes, natureza exuberante, opções para trilha e boas ondas.

DESASSISTÊNCIA: o único defeito do Farol é o acesso. A estrada que leva a praia não é asfaltada, em alguns trechos é de terra batida, noutros um princípio de asfalto com muitas pedras pode ser visto e pra chegar na praia mesmo é preciso encarar a areia fofa. Risco de atolar grande, mas quem não foi ao Farol e não atolou o carro não tem história pra contar. E na hora de desatolar o carro sempre rola uma assistência e aí... Há também os que consideram o acesso difícil uma vantagem e um ponto a mais para preservação da praia.


Onde encontrar frutos do mar?

Tudo depende dos ventos, mas em qualquer lugar da praia a espécie é encontrada, o que varia é a concentração por metro quadrado.

Merece um jacaré?

Com certeza! Faça as malas agora e venha conhecer. Não esqueça de nos convidar pra ir junto (Criciúma fica a cerca de 1h e meia)!

Desassistidas Recomenda: disposição e muito amor por praia e natureza. Vá tranqüilo e disposto a explorar o local fazendo trilhas e conhecendo as praias. À noite, curta a balada no Boikagô (é assim mesmo, não tem erro de grafia). No restaurante do Valdir você encontra comida barata e boa.

Hoje é festa lá no meu apê, mas... cadê o povo?

A casa é só sua. Seus pais estão longe e você pensa “é hoje!”. Telefone na mão, é hrora de ligar para a turma e agitar uma festinha.

Primeira tentativa: - Poxa, que pena, tô na praia.
Segunda tentativa: - Ah, cara, amanhã vou acordar cedo para ir pra praia.
Terceira tentativa: - Ihhh, tô com insolação. Exagerei a dose na praia.
Quarta tentativa: - Uhuuu! Vem pra cá! Tá todo mundo aqui, na PRAIA!

É, verão tem dessas coisas: uns vão para a praia, curtir o que a vida tem de melhor, enquanto cabe a outros a tarefa de manter a nação de pé e em ordem através do suor (e põe suor nisso) do trabalho.
Se você é da trupe da ralação, não desanime, Desassistidas está aqui para lhe socorrer nesse momento de tédio! Selecionamos para você algumas atividades descoladas para entretenimento urbano:

  • Reúna seus amigos imaginários para um chá (eles não vão se importar com o calor)
  • Jogue paciência no computador, porque você não vai achar ninguém no MSN
  • Arrume o guarda-roupa
  • Organize o álbum de fotografias da família
  • Fale mal da praia com o farmacêutico que também não está de férias
  • Conte o número de azulejos do banheiro e depois repita a dose na cozinha

Eu aqui, você acolá – Quando dois corpos não ocupam a mesma praia

Piii. Opa! Mensagem! “E aí, gata, curtindo a praia?”. Aham, todo dia quando vou dormir sonho com ela. As de areia fofa e branquinha são minhas favoritas. Acontece no verão e em mais nenhuma época do ano: chegam as férias e cada um vai pra um lado, mas sempre com a ilusão de que estão todos no mesmo lugarzinho descolado onde quebram grandes ondas e o sol brilha todos os dias. Ledo engano...

A seguir, alguns clássicos dos desencontros de verão:

“A” prefere praia badalada, onde se disputa cada centímetro de areia e achar lugar para o guarda-sol é tarefa ingrata. “B” prefere uma praia isolada, com trilha de 3km para chegar.

Diz a lenda que uma amiga da redação, crente que estava abafando, viajou 200km para o norte e achava que encontraria o assistente, que morava nos tais quilômetros acima. Nossa amiga só ignorou o fato de que é bom avisar com antecedência. Para ela, no entanto, estava tudo certo, iriam se encontrar, com certeza. Comunicou o bofe sobre a sua chegada na cidade. Ao atender o telefone, a surpresa: ele havia viajado, 200km para o sul.

A praia possui muitas opções de balada e é comum uma espécie de romaria pelos barzinhos na noite. E aí a menina vai para o bar que toca reggae achando que o carinha vai estar lá. E o carinha vai par ao bar de rock achando que a menina vai estar lá. E passam a noite toda rodando de bar em bar sem se encontrar.

“Hum... acho que ele curte a praia cedinho”. “Tenho certeza de que ela, baladeira como é, curte a praia de tarde”. Ela passa a manhã assando na beira do mar sem sucesso. Ele torra a tarde inteira sem avistar o alvo de afeto. E ficam ambos a ver navios.

Moral da história: PERGUNTAR NÃO OFENDE. Avisar, perguntar, mandar sinais de fumaça, deixar recado na caixa postal: é fundamental não deixar tudo por conta do acaso.
Hoje tem Desassistidas no Ar!
A partir das 22h na Rádio Criciúma. Pelo chat da rádio você conversa com as Desassistidas e pede música e assistência. Clique AQUI para ouvir
A coluna das Desassistidas já está no ar no site da rádio, com o tema do programa de hoje:
Bofe, aprenda que chegar junto não é encoxar – Parte 2. A Milenar Arte do Toco , leia agora!

Tá tudo BEN!

De BEN com a vida, Desassistidas ainda estão em êxtase com o show do Harper, o Ben em Florianópolis dia 20.
Como Ben Harper ainda está pensando sobre a proposta de casamento da RO, as Desassistidas aproveitaram para tirar uma folguinha no começo da semana e fazer pedidos para Santo Antônio.
Amanhã, começa mais uma série que visa transcender a experiência carnal de nossos leitores:

DESENCONTROS DE VERÃO

Assistente na praia, desassistida na cidade. Amigos de férias, RO na labuta (dissemos labuta). E a casa cheia de parentes com objetos se misturando.

Quarta-feira: Eu aqui, você acolá - quando dois corpos não ocupam a mesma praia.

Quinta-feira: Hoje tem festa lá no meu apê, mas...cadê o povo?

Sexta-feira: E se na bagunça do armário embutido, meu paletó enlaça o teu vestido!

Não Faça Isso – Comportamento

Para encerrar nosso pequeno manual de bolso sobre o que não fazer na praia, nossas considerações finais.

  • O jogar frescobol: violentar a bola ou imaginar o assistente em situação esférica não é muito recomendado. O jogo fica agressivo e os banhistas ao redor temem por suas vidas e óculos de sol com a velocidade que a bolinha atinge.

  • O bronzear: cuidados básicos com as vestimentas durante a prática do foto-envelhecimento, vulgo exposição ao sol, são necessários para evitar constrangimentos “after sun” como ficar com a marca da etiqueta do biquíni, que foi imprudentemente esquecida para fora, ou apresentar queimaduras de terceiro grau.

  • O divertir-se: tudo bem que verão é alegria e curtição, mas o senso de humor deve ter relação íntima com o senso de ridículo. Amarrar a toalha nas costas para brincar de super herói não é nada charmoso para cidadãos com mais de 6 anos de idade. Ou banhar-se de cueca, ou, pior ainda, colocar objetos dentro da cueca. Ninguém merece procurar sol e encontrar um PCN.

  • O aporrinhar: em nenhum lugar um não fumante se sente mais incomodado pelo fumante do que na praia. Maneirar nas baforadas faz bem para todos os pulmões.

  • O enfeitar-se: o ato de ir a praia pressupõe o bronzear-se como resultado final. Acessórios em excesso acabam por estragar a brincadeira. Fontes seguras nos informaram que a peruice excessiva aumenta a incidência de raios UVA e UVB na orla.

  • O alimentar-se: você pode trazer o frango, a farofa, caixas de isopor, seja lá o que for: LEVE O LIXO EMBORA.

Vitaminados leitores: aproveitem a praia e, bofes, não esqueçam de pedir ajuda as Desassistidas ao passarem protetor solar!

Mais frescas que essas notícias só a RO!

Novidades, galera! Finalmente parimos a coluna pro site do nosso amigo Mcnish. Qual a diferença entre futebol de grama e de areia? Descubra lendo a coluna das Desassistidas em http://www.mcnish.com.br !

Para quem quiser saber que assunto anda gerando debates acalorados aqui em Criciúma/SC, é só passar no Blog News e conferir nossa coluna publicada ontem! (ok, essa notícia não é tão fresca assim...)

E hoje, quinta-feira, tem Desassistidas no Ar! A partir das 22h é só entrar no site www.radiocriciuma.com.br para ouvir nossas vozes de veludo! No programa de hoje a continuação de nossa série didática: "Cromossomo y, aprenda que chegar junto não é encoxar".
No chat da rádio você conversa com as Desassistidas e com os demais ouvintes do programa (sim, eles existem!), pede música e assistência!

Desassistidas no Ar! Um programa relacionado a relacionamentos!

Não faça isso – A sunga, o biquíni e o bife à milanesa

O que mais podemos falar sobre a sunga que já não seja óbvio e cansativo? Tema de um dos capítulos do Desassistidas Fashion Week ela pode ser uma verdadeira assassina do desejo feminino. Além disso, uma sunga em mãos (e coxas) erradas, pode ser uma arma de destruição em massa. Mas mesmo com nosso empenho em tornar a sunga companheira da polaina no lugar a que pertencem, o fundo do armário, ainda encontramos distintos cavalheiros que durante o dia posam de cidadãos de bem, mas basta fazer um calorzinho para se que transformem em homens que usam sunga cavada verde limão.

O biquíni é um desafio que toda fêmea tem que enfrentar um dia na vida. Se muito pequenos, mostram mais do que devem, se muito grandes, queimam menos do que devem.
Uma amiga da redação tinha pesadelos no verão com o momento de tirar a canga na beira do mar: sua vontade era de sair rolando até a água para que nenhum ser vivente pudesse se entreter fazendo comentários maldosos sobre seus glúteos. E aí mora um comportamento sem noção da praia: a vergonha do próprio corpo. Mal sapão, mal...

Já uma outra amiga da redação sonha com praias revestidas com porcelanatto, tudo porque ela tem verdadeiro horror a areia. Mas o que seria da praia sem suas areias fofas para a prática do frescobol e do rolamento de corpos? E, principalmente, como obter um legítimo visual de bife à milanesa sem os tais graõzinhos?
Tem coluna nova das Desassistidas no Blog News! Clique AQUI para ler!

Série Verão – Não Faça Isso

Que a praia é um território democrático ninguém discorda. Que não há diferenças e todos banham-se na mesma água, dividem a mesma areia, também é verdade. Mas (sempre tem um “mas”), tamanha liberdade acaba dando espaço para comportamentos estranhos na orla.

São jogadores de frescobol com raiva da bola (de frescobol), que atacam a pobre coitada com raquetadas agressivas. Adultos com complexos de infância que amarram suas toalhas na costas fazendo delas capas de super heróis. Sungas que não cobrem aquilo que ninguém quer ver. Biquínis que mostram além do necessário.

Além disso, a praia também é cenário ideal para histórias que serão recontadas a exaustão nos meses seguintes. Dentre as recordações que trazemos com a lembrança de um verão inesquecível há sempre a história daquela amiga que se bronzeou com a etiqueta do biquíni para fora da roupa (podemos chamar um biquíni de roupa?). Ou o amigo que dormiu na areia homo sapiens e acordou crustáceo.

Mico, teu nome é verão.

Verão Desassistido - Balneário Arroio do Silva/SC

Nesta praia você encontra pessoas vindas das mais diversas cidades. Os turistas do Rio Grande do Sul representam uma grande maioria dos visitantes, mas facilmente você encontrará pessoas vindas do Paraná.
Balneário Arroio do Silva SC, conta com a vantagem de já ter conseguido sua emancipação política e hoje é um município.

ASSISTÊNCIA: Ótimo acesso (dificilmente ocorrerão engarrafamentos), infra-estrutura privilegiada, ruas com boa conservação. Para quem gosta de caminhadas, pode aproveitar a grande extensão territorial da praia. A noite oferece opções de lazer mais tranqüilas onde toda a família pode participar, a praça central da praia esta sempre lotada, lá você encontra muitas opções astronômicas parque para as crianças e música ao vivo na arena da praça, onde os adeptos de danças podem arrastar os pés sem desembolsar grana. Existem salva-vidas por toda a extensão da praia.

DESASSISTÊNCIA: Alguns pontos da praia são considerados impróprio para o banho devido despejo de esgoto. O tráfego de carros na beira mar (apesar de proibido) também existe. Alguns banhistas mal educados levam seus cachorros para passearem no mar.

Onde encontrar frutos do mar?
O melhor local é próximo aos hotéis do centro onde muitos turistas do sexo masculino vem passar as férias com os amigos. Durante o dia estão espalhados pela praia a noite é fácil encontra-los na sorveteria mais famosa do centro.

Merece um jacaré?
Merece!
Mesmo que você não encontre um assistente com certeza encontrará alguém para bater um papo, pois as pessoas são muito receptivas e educadas.

Desassistidas Recomenda: Para a noite, a boa opção é ir para o centro da cidade, e você pode ir bem a vontade não precisa de chapinha nem salto alto. No carnaval não deixe de passar a noite de domino no centro onde muitos homens se vestem de mulher e fazem a alegria da festa.
Outro grande evento da praia é a Arrancada de Caminhões que acontece em março no final da temporada, é quase um carnaval fora de época, reúne a aproximadamente 150 mil pessoas ao redor de uma pista de 3km de extensão

Desassistidas Perguntam: E quem disse que você merece?

Muito nos debatemos sobre os clichês usados pelos nobres representantes da casta cromossomo y. Chegamos a conclusão alguma além de: clichê, você ainda vai usar um. Ou ainda, clichê: você ainda vai cair num.

Gostando ou não, o fato é que toda fêmea já ouviu uma frase batida e nem sempre virou as costas e deixou seu aspirante a par admirando suas omoplatas. Seria então uma certa benevolência para com o bofe? Uma dose de solidariedade já que sabemos que ele fez o trabalho mais difícil, o da aproximação? Talvez.

Mas para que não se fale que apenas homens usam expressões batidas e táticas de abordagem mais puídas que cobertorzinho de infância, revelamos a mais gasta das técnicas de dispensa feminina:

- Sinto muito, mas eu tenho namorado.

Muito usada quando o elemento abordante é simpático e a abordada não quer lançar mão do indelicado “toco”. Na maioria das vezes a abordada tem realmente namorado, noutras...

Mas como tal clichê não pode ficar sem resposta a altura, o bofe sempre dispara:

- Mas como ele deixa uma gata como você aqui sozinha? Esse cara não te merece...

Ok. E você merece, então?


Com essa resposta, acredita o rapaz causar uma certa instabilidade na relação, fictícia ou não, da fêmea, fazendo com que a mesma questione seu relacionamento e resolva experimentar novas sensações com um cromossomo y muito mais competente.
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