Mito nº. 2

MULHER SÓ PENSA EM GRANA

Se a mulher em questão trabalha na bolsa de valores ou num banco, pode ser que boa parte do dia ela passe pensando em dinheiro.
Caso contrário, ela vai passar o dia pensando em concreto protendido, medicação intravenosa, regência de verbos ou qualquer outro assunto que diga respeito a essa coisa tão singela chamada trabalho. Sim, pode parecer chocante, para alguns até ultrajante, mas as cromossomo XX já estão trabalhando e sendo capazes de se sustentar. Antes que algum desavisado desmaie ou peça os sais diante de revelação tão bombástica, alertamos para o fato de que isto não é um fenômeno recente, basta conhecer a historinha de 8 de março de 1857.

Pesquisas indicam que 99,9% das mulheres heterossexuais preferem ter a seu lado um mancebo galanteador e garboso, refinado e prendado, além de sexualmente domesticado. Se você, cromossomo y, pensa que para conquistar uma mulher de verdade basta abrir a carteira, lamentamos informar, pode esperar sentado. Mais uma vez, mulheres (de verdade), procuram relações construídas com afeto, parceria e confiança. E lembrando sempre, não custa nada, né, gente?, que quem não dá assistência abre espaço pra concorrência!

Mitos

Ao longo da vida, você mulé vivida e versada nas artes da vida já ouviu algum clichê sobre o fato de ter nascido com um par de cromossomos X. Já você, bofe-nosso-de-cada-dia, também já aprendeu algumas bobagens (conhecimentos transmitidos por seus antepassados, provavelmente) sobre os seres de saia e cabelos longos, conhecidos popularmente como mulheres.
Mitos, lendas, verdades infundadas (ou ao menos baseadas no comportamento de minorias) sobre como são, pensam e agem as mulheres. Como este site presta um serviço de utilidade pública a todos os cromossomos Y e as duplo X que vagam por este planetinha azul desorientados, confira aqui mitos e meias-verdades sobre mulheres.

Mito nº. 1

MULHER GOSTA DE HOMEM CAFAJESTE

Mulher não gosta de homem cafajeste, afinal quem gosta de ser pisada é uva. Mulher gosta de carinho, atenção e muito amor.
Então, bofes, anotem em seus caderninhos: mulheres DETESTAM homens cafajestes. Mas adoram homens que têm pegada, então, não confundam saber "chegar junto" no objeto de seu afeto com "chegar junto" em qualquer ser que esteja perto...

GQD – Como isso veio parar aqui?

Neste capítulo com um toque de mistérios além da imaginação dos nossos GQD (Grandes Questionamentos Desassistidos), abrimos um novo parágrafo, com direito a travessão e tudo, para perguntar:

- Como uma noite de uhuuu pode gerar tantos hematomas?

Afinal, nessas horas a grande questão é “como é que isso veio parar aqui?”

“Será que foi naquela hora que... Não, não pode ser, não senti nada, quer dizer, nada não...”

Além dos hematomas em joelhos e adjacências, outra evidência de que você se deu bem na noite passada e todo mundo vai saber disso é o famigerado “chupão”. Se você nunca almoçou com os pais no domingo usando uma gola rolê, retire-se, por favor, pois esta conversa poderá chocá-lo. O “chupão” tem apelo adolescente e sua aparição costuma estar associada ao amadorismo (ou excesso de profissionalismo, vai saber...). Novamente, é aquele tipo de coisa que só se percebe no dia seguinte quando você se pergunta “mas como é que isso veio parar aqui?”

Não sabe, é? Quer que a gente desenhe?

GQD – a saga continua

Um dos grandes questionamentos desassistidos diz respeito a objetos inanimados. Objetos que somem sem dar explicação ou ao menos deixar um bilhetinho de despedida, lamentável.
Afinal, a pergunta é: onde vão parar os brincos que caem das orelhas de mulheres de todo o mundo?
Estariam eles armando um complô contra os casais, escondendo-se em porta-luvas, motores e engrenagens dos carros?
E mais, por que um brinco que cai num momento bem, hã... íntimo, é um brinco jamais encontrado?
Por quê?
POR QUÊ?
Esta semana vamos nos dedicar a descobrir os mistérios do amor ao volante: hematomas em lugares improváveis, acessórios que desaparecem, estações de rádio que mudam...
Se você já perdeu um brinco favorito numa noite de alegria e felicidade, junte-se a nós!
Voltar um namoro pode ser como o retorno do Police: Maracanã lotado, numa noite mágica em que todos têm a certeza de que é bom estar de volta.

Porém, na maioria das vezes, esse flashback lembra mais o retorno do RPM: constrangedor, forçado e com aquela sensação de “onde é que eu estou com a cabeça?”Sim, porque tentar reviver momentos gloriosos do passado pode não ser , digamos, produtivo. Fica sempre a impressão de que antes era melhor. Sim, no passado quando éramos jovens, usávamos polainas e não tínhamos medo de nada. A não ser do Hulk, é claro.


Mas isso acontece porque durante a vida muda-se muito, as perspectivas alteram-se com o passar do tempo e com as experiências vividas e aí, tentar reviver o “Olhar 43” em épocas de “Atola”...

Eu voltei, ou melhor, nós voltamos, agora pra ficar, porque aqui, aqui é meu lugar

“Estou de volta pro meu aconchego/
Trazendo na mala bastante saudade/
Querendo um sorriso sincero, um abraço...”

Aiai... isso que dá crescer assistindo a novelas... Mas não estamos de volta, depois de tanto tempo, para discutir nossa refinada educação. Contem-nos tudo! O que têm feito nos últimos tempos, onde passaram as festas, se pularam as sete ondas dia 31...
A vida desassistida andou cheia de tudo, foi um período atribulado para esta dupla, muitas mudanças aconteceram e, agora sim, conseguiremos voltar a dedicar a esta página a atenção de outros tempos.
E o tema da semana, não poderia deixar de ser outro:

Voltando...
Voltar pra casa, voltar amizade, voltar namoro, voltar ao trabalho, voltar das férias.... as voltas que o mundo dá. Quando vale a pena voltar e quando é melhor deixar para lá, pensamentos filosóficos baseados, é claro, em nada.

Bem, vamos dar uma alongada antes de começar que esse tempo longe deixou a gente um pouco enferrujada.

A gente volta

A quem interessar possa: este blog voltará em breve.
Estamos de férias até 15 de janeiro, curtindo um pouco do verão porque a vida não é só trabalho, né, minha gente!
FELIZ 2008!
Que este seja um ano de alegrias, descobertas e conquistas para todos os que as buscarem!
Ro e Tha
AHA! Surpresa, acharam que esta seria uma semana de mau humor, rançosa e cheia de amargura onde mulheres reclamariam das injustiças desse mundo dominado pelos homens? Ledo engano, parece que conheceram este blog ontem (se sim, bem-vindos, bem-vindas, querem um cafezinho, um suco, uma água?)...
Aqui a coisa é um pouco mais séria, baseada em estudos científicos e históricos da famosa corrente filosófica, o NADA.

Infelizmente, o cromossomo y ainda confere a seu portador uma ligeira vantagem na vida em sociedade. As vantagens de nascer com um pênis começam já em casa. Qualquer donzela que possua irmãos (o seu equivalente de calças), sabe a diferença.
Começando pelo quesito liberdade, que para eles é sempre maior, passando pela distribuição de tarefas domésticas, já no começo da vida a cromossomo xx percebe que terá trabalho em dobro. Mas se isso acontece já em casa, seria responsabilidade apenas dos cromossomos y ou haveria uma sabotagem interna? Sim, a culpa é feminina também. Da mulher que não vota em mulher, da mulher que desconfia de outra para confiar uma função de responsabilidade, da mulher que faz intriga e comentário maldoso da “concorrente”. Da mãe que ensina aos filhos que meninos dormem enquanto meninas lavam a louca.
Sabemos que muito mudou da geração que nasceu nos anos 50 para a dos anos 80 e que caminhamos para uma sociedade cada vez mais equilibrada no que diz respeito à igualdade entre homens e mulheres. Mas o fato é que o pênis ainda abre algumas portas...

O privilégio da torneirinha

O Pênis ainda abre portas

As funções desta parte da anatomia masculina são mais que conhecidas por todos. A utilitária, para secreção de rejeitos líquidos. A reprodutora, titulo que fala por si só. E a de lazer, mais popular e preferida tanto por homens quanto por mulheres.
Porém, a torneirinha (vulgo, pênis), tem um papel pouco mencionado, mas muito difundido: o de abrir portas a seus portadores. Antes que algum garboso mancebo se levante ou esbofeteia a tela do computador dizendo NÃO NÃO NÃO (aliás coisa feia, que descompostura...), vamos explicar o que é metáfora. Do latim “inventar historinha bonita para explicar uma coisa”, metáfora é um recurso utilizado para amenizar o que queremos dizer.
Nesse caso preparem-se que vamos reclamar.
Mulheres do mundo, uni-vos!

Ah! E se alguém está com dúvida, a gente responde: estamos na TPM, sim.

Ai ai... (taí uma interjeição nada inspirada...)

E já que falávamos de falta de inspiração, ela mesma, essa senhorita lépida e fagueira, resolveu da ruma voltinha para bem longe e nos deixou na mão...

A falta de inspiração leva o ser humano a atos extremos como a criação de acessórios como as polainas ou versos sobre morangos e nordeste.
A cena é clássica (assim como é um clichê tamanho GG usar essa expressão): a criatura parada, papel à frente, a caneta na mão e os lábios sendo mordidos numa tentativa simplória de autofagia. Some-se a este quadro freqüentes mudanças de posição na cadeira, como se o estímulo dos glúteos produzisse melhorias na massa encefálica.
Mas é apenas o desespero refletido em um mini senta-levanta.
Ficar sem inspiração é ficar sem paixão, quando está tudo um pouco menos do que deveria ser, falta imaginação para mudar. Mas nem sempre pouca inspiração é sinônimo de desinteresse. Problemas, essas coisas sem graça que fazem a vida certas vezes parecer um livro de matemática, são também a causa mortis da criatividade.
Mas o que fazer, então, resignar-se com a má fase e esperar por algo que desperte a donzela adormecida da imaginação? Insistir com a cabeça como se faz com um Fusca 73 e empurrar até pegar no tranco? Talvez sim, talvez não. Os mais sábios dizem que cada um vive o seu momento e ele deve ser respeitado. Produzir sem vontade, sem paixão não tem graça, mas pode ser necessário e, entre um solavanco e outro, quem sabe, surge uma grande idéia.

Uma semana inspirada para todos!
A gente volta com texto e tema novos na terça-feira.

Pois é.

Demorou, mas esse momento chegou.

Acontece com todo mundo, porque não iria acontecer conosco?

A gente tenta negar, fazer de conta que não é conosco, tenta e aí, mesmo assim, nada...
O momento da falta de inspiração é duro, frio, sem graça e xexelento. Não por falta de material, realmente, os temas até aparecem, mas acontece que... sei lá...

É que nem namoro, no começo tudo é motivo de inspiração, tudo serve para fazer uma surpresa, mas depois de um tempo... ou você dá aquela sacudida (entendam como quiser...) ou a coisa desanda.

Nessa semana, então, nos dedicaremos à falta de inspiração geral: para escrever, para estudar, para amar, na tv, nos jornais, ih... a lista é longa....

O fogão

Gente, vocês não fazem idéia da pilha de roupa que passamos no fim de semana, uma coisa! Tarefa cumprida e nosso Pequeno Dicionário Ameliano continua.

O fogão

Este desafio na forma de 4 ou 6 bocas parece olhar com desdém os não iniciados. As suas chamas evocam as maiores delícias já produzidas pela humanidade, mas se com você no comando ele não faz nada além de ferver água e, em noite de gala, fritar um ovo, junte-se a nós! Nós que crescemos humilhadas, subjugadas por Ofélia (priscas eras, meus caros, priscas eras. Não sabem quem era? Joga no Google!). Nós que olhávamos com fascínio para quitutes sempre do ponto de vista do consumidor, nunca do cozinheiro! Nós que não sabemos cozinhar arroz, fazer purê de batata ou o maior dos desafios, o feijão!

A esta Ofélia, e mais atualmente Jamie Oliver, digo apenas uma coisa: não sei fazer pão, mas sei cálculo A!

Tudo bem que isso não resolve o almoço de domingo, que integral e derivada não possuem as vitaminas e sais minerais necessários ao bom funcionamento do corpo humano, mas já é um consolo...

Dicionário prático da Amélia moderna

LOUÇA

Lavar louça é muito simples
Basta pegar os pratos e coloca-los na maquina, encher o compartimento adequado com sabão e tudo se resolve.
Existem métodos primitivos que envolvem esponjas e panos, mas esse tipo de tortura medieval tem sido banida sistematicamente das sociedades evoluídas.

FAXINA

Do grego “vai indo que eu não vou”.
Nada mais desesperador que olhar uma casa, um balde e uma vassoura delicadamente pousada a seu lado, como que dizendo “viu minha, filha, não nasceu quatrocentona, pode começar a esfregar!”
Não se entregue, não se renda. Seja forte e não chore, mas você vai ter que esfregar o chão. Ah!, não esqueça também de empurrar os móveis para tirar as teias de aranha, viu?
Mais verbetes amanhã, porque agora a gente tem uma pilha de louça para lavar...

Ai, meu deus, que saudade da Amélia??????

Louça?

Faxina?

Aspirar?

Lavar?

Não é comigo não, dona!

Já foi o tempo em que mulher gostava de afazeres domésticos. Bem, hoje até se faz, mas é como ir ao ginecologista: desagradável, mas necessário.

Esta semana vamos mergulhar no universo doméstico para entender com quantas xícaras de água se faz uma vasilha de arroz.

Enquanto isso, dá pra levantar os pés que a gente precisa varrer aí, embaixo, por favor?

Traumas de infância

E já que hoje é 12 de outubro, conhecido nas boas e más rodas como dia das crianças o que aliás me lembra um certo ex, bom, deixa pra lá.

Enfim, vamos relembrar neste cantinho, um tanto quanto abandonado nos últimos tempos em virtude das mudanças radicais na vida desta dupla que aqui escreve, uma listinha básica com os traumas de infância acumulados na época de jogar elástico e brincar de roda.

1 – nunca fui dama de honra. Isso explica muita coisa....
2 – nunca fui noivinha de festa junina. Isso explica mais ainda...
3 – nunca tive um pogobol. E dá pra entender porque isso incomoda até hoje?
4 – nunca brinquei de elástico. Isso realmente me causou um problema para enfrentar o mercado de trabalho...
5 – descobri que meus pais transavam. A gente precisa mesmo falar sobre isso?
6 – nunca dormi na casa de amigos. O que nada afetou minha capacidade de socializar. Alias, por que isso entrou na lista de traumas?

A escolha do personagem

Depois de toda a preparação, os homens escolhem dentro de sua galeria de tipos, qual vão encenar. Começando com um básico:

· O ecológico: “sabe, gata, eu estava pensando nessa galera que fica tirando onda, que não tá nem ai um pro outro, pô, gata, maior besteira. É só ver os cachorros, eles não tão nem ai, gata, tão afim, vão lá, chegam junto, quando você vê, eles já estão lá, mandando ver. Eu sou assim, gata, se tô afim, chego junto, sem esconder os sentimentos, aê.”

· O indignado: “como uma gata como você esta sozinha até agora?”. Que o conceito de escolha não passa pela cabeça deste sujeito é óbvio.

· Tem também o tipo vendedor, que tudo é sem compromisso.

· O político: “prometo que não vai acontecer nada.”

A preparação

Tudo começa muito cedo, com a preparação dos corpos para os rituais que virão a seguir. Tanto fêmeas quanto machos, nesta etapa, procuram disfarçar caracteres que julgam defeitos.

Eles tomam banho, pois o fedor de axilas pode ser fatal. Escolhem vestimentas com objetivo de não aparecerem nus, mas, na verdade, todos sabem, a nudez é seu principal desejo. Eliminados os odores, estão prontos.

Elas tomam o banho e começam um delicado processo de se fazer parecer o que não se é: rímel, para os olhos parecerem maiores; base, para a pele parecer perfeita; batom, para os lábios parecerem que vão fazer o que, ahá! vá sonhando!, eles não vão fazer. Agora que desfiguradas a ponto de algumas mal serem reconhecidas durante o dia sem o reboco, digo, maquiagem, é dado o momento da escolha do traje. Algumas optam pelo traje de sugestão de acasalamento, outras, pelo de imagem pura.

DO GLAMOUR À DECADÊNCIA - PERÍODOS DE UMA NOITE

O homo sapiens adora observar animais em programas do Discovery Channel, onde fica a par dos exóticos hábitos da sociedade das chinchilas, mas cada vez que o locutor do Discovery profere um “áfrica setentrional...”, minha única reação é: a gente se fala.

Pois então, o amor pela observação de espécies classificadas como inferiores tem nos privado da apreciação de um espetáculo protagonizado por nós mesmos.

Há uma série de rituais de acasalamento, artifícios de sedução que fariam corar por humilhação qualquer pássaro de plumagem exuberante. Temos jogos, regras de poder, um mundo ao dispor de seus curiosos olhos.

Ë bom, mas é ruim

A paixão por alguém que mora longe exige um exercício de boa vontade e criatividade sem igual. Muitos são os recursos para driblar a distância: telefone, e-mail, mensagens e, o mais importante, a imaginação.

E a distância tem uma vantagem sem igual: cada encontro é como se fosse de amantes, sem problemas, brigas ou lamentações. Como aquele tempo junto é algo raro, deve ser aproveitado ao máximo, o que é bom, mas também pode ser um problema, afinal, algumas coisas podem ficar mal resolvidas e quando explodem, pode ser tarde demais. Outra grande desvantagem no relacionamento interurbano é quando chega a fatura do cartão de crédito: muitas passagens aéreas parceladas, muita gasolina para encher o tanque e cruzar cidades para encontrar seu amor e alguns preparativos especiais para tornar os encontros ainda mais memoráveis.

Porém, mil vezes amar à distância do que não amar, não é mesmo?

Faixa bônus

A trilha sonora de quem ama à distância:

1 – Blitz – A dois passos do paraíso. Longe de casa... há mais de uma semana, milhas e milhas distante do meu amor... Ai aia...
2 – Vida cigana - É aquela coisa Tetê Espíndola de interpretar, mas vá lá, vai me dizer que você não se derrete pensando naquele alguém com o verso “ ó meu amor, não fique triste, saudade existe para quem sabe amar, minha vida cigana, me afastou de você por algum tempo vou ter de viver por aqui, loooonge de você e do seu carinho...” Aiai de novo...
3 – How I wish you were here, Pink Floyd - Quem já se pegou pensando em alguém ouvindo essa música ou até mesmo mandou a letra, sabe do que estamos falando.
4 – Eu te amo, Roberto Carlos - Ok, podem dizer que apelamos agora, essa realmente é para os muito apaixonados. E há versões para todos os gostos, desde a original, com o Rei, passando por Marisa Monte e uma versão axé que, bem, deixa pra lá... Quanto tempo longe de você... vamos lá, gente, levanta a mãozinha...

Até a próxima...

A distância, no relacionamento, é afrodisíaca. Os dias que antecedem o encontro são de muita expectativa e preparativos. O coração começa a bater acelerado e só se pensa em uma coisa: a hora em que você vai poder beijar aquela pessoa novamente.

E quando isso acontece...

A vida se torna mais colorida, o céu é mais azul, o ar mais leve e o universo parece executar uma sinfonia especialmente para o casal.

Assim vai até a metade do encontro, quando você se dá conta que em breve vocês vão se separar de novo. E um clima estranho toma conta do ar.

E aí, quando aquela pessoa, ou você, vai embora, parece que leva um pedaço seu na bagagem...
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