1 ano de Desassistidas!

SAINDO DE FININHO...

Quando se está sem assistência de qualidade, uma das coisas mais difíceis é manter a calma, a paciência, o sorrisinho maroto, a alegria de viver, enfim, aquele jeitinho zen de ser, ao se deparar com a pergunta fatídica: mas COMO você não tem namorado?

"Pois é, boba, cheguei lá e a loja já estava fechada." "Não tinha meu número." "Eu fiz um de papel machê, tá em casa secando, outro dia eu trago."

Pôxa, se fosse assim simples se relacionar, fosse apenas uma questão de "como", a música sertaneja não seria uma vertente tão próspera da "corno music".
Mas como sair de fininho sem perder a categoria?
Pensando nisso, lançaremos algumas soluções práticas para você utilizar em encontros com colegas do tempo da escola, festas de família e vendedores inconvenientes que acham que cantadas alavancam vendas.
Acabe de vez com aquela cara de nádegas que acompanha o "pois agora?" que você estava acostumada a usar!

Seguem aqui algumas dicas que vão salvar seu rostinho lindo de ostentar uma expressão de nádegas, a popularmente conhecida “Cara de Bunda” ao ser questionada sobre a inexistência de um namorado.
Dica 1: mudar de assunto. Faça aquela cara de quem lembrou de um assunto importantíssimo e vá. Algo como “Menina! Acabei de lembrar que não alimentei minha cacatua hoje, preciso ir!”.
Dica 2: simular uma interrupção. Pode ser cumprimentando entusiasticamente um mero conhecido (essa técnica serve para cortar qualquer assunto) ou fingindo que o celular está tocando. Simplesmente saque o telefone do bolso e vá atender. Outra vantagem da técnica é lhe dar uma imagem cool, de pessoa discreta que deixa o celular no modo vibratório.
Dica 3: filosofar. Por que eu não tenho namorado? Por que o céu é azul? Por que existimos? Para onde iremos? De onde viemos? Oh, meu caro! São tantas as perguntas cujas respostas fogem à compreensão humana, nossa imensa limitação ante o desconhecido...
Pessoal está imperdível a entrevista que fizemos com o vocalista da Banda Velhas Virgens, o Paulão, veja aqui!

Mais um entre os preferidos...

PÉROLAS DO CANCIONEIRO MASCULINO
- Coisas estúpidas que você teve de ouvir em troca de alguma diversão –

Imagine aquela noite: você conquistou o cara mais gatinho do pedaço...vocês se beijam, o clima esquenta (sendo menos hipócrita, melhora). Você pensa: “que homem, que sorte! Tenho de me segurar, ele está me enlouquecendo!” À essa altura, você nota: ele também está a mil. Na sua cabeça passam tantas coisas e você já começa a torcer por algum sinal sobre o que fazer. Das coisas que sua cabeça processa você só não espera que ele fale, porque, bem, você sabe, homens não têm o dom da palavra em certos momentos cruciais. Naquele clima de “loucura e perdição”, quando já está convencida de que é uma menina má e vai para o inferno, eis a deixa: ele resolve falar. Ah, se os homens soubessem que em boca fechada não entra mosca...
Vem, então, a bomba, aquelas palavras mágicas bem colocadas, sem trocadilho infame, (aliás, seria bomba ou brocha?):
_ Deixa eu enfiar?
Essa expressão de um desejo incontrolável através de um romantismo troglodita dispensa comentários.
Mas pode ser pior. Você já está cometendo a loucura de desperdiçar seu tempo com um mané de marca maior. Ele pensa que você é tudo (mas você está no básico do básico) e solta:
_ É a primeira vez que eu vou pra cama com uma mulher de verdade!
E você completa, mentalmente, “e não com uma boneca inflável!”. Ora, vamos! Próximo!
Um tipo que não pode ser ignorado é o 100% testosterona, ou em suas próprias palavras, o “macho pra caralho”. O triste é você tirar sarro da cara dele a noite toda e ele acreditar que você está delirando com um tipo tão másculo, um homem “de verdade”. Dentro dessa categoria, ou seria “falta de”?, está o rei supremo, líder de toda a babaquice existencial do cromossomo y: o erótico, do tipo “um tapinha não dói”.
Ele aprendeu em algum dos filmes pornô que formaram a sólida base de sua educação sexual que palavras tórridas e tapinhas nas nádegas são tudo o que uma mulher deseja. Por favor, somos mais complexas que isso!
Para fechar o bloco, o hábito masculino - da época das cavernas, pode acreditar - de provar a masculinidade. Seja urinando em qualquer moita, como quem diz “morra de inveja! Só eu posso usar o mesmo banheiro que o Rex!”, ou em um clássico: o arroto. Geralmente praticado após as refeições, uma variação do uso é muito registrada em momentos de desespero, após ele passar a noite toda cantando você, que obviamente não deu bola por perceber o tipo. Ele, então, num gesto derradeiro, prova para você, fêmea, que ele é muito macho, cromossomo Y até debaixo d’água, que no meio daquelas pernas há uma bolsa escrotal: “BURP!”.
Que civilizado, que lindo! Devo conter as lágrimas ou o meu corpo que quer se jogar sobre esse maravilhoso espécime da raça humana? Fica a pergunta: o que há dentro da cabeça de uma criatura dessa???
Realmente, não há condições.
Pare o bonde que eu quero descer!
Mas é o que está disponível no mercado, acredite se quiser...
Bem, como dizia minha amiga: “homem perfeito é o homem cheirado, domesticado e sexualmente falado”.
Não vale a pena ser promíscua. Para praticar um sexo insignificante com um homem cuja performance não vai além da auto-satisfação, que muito provavelmente sofre de ejaculação precoce e ainda vai lhe chamar de galinha, sinceramente, prefira ficar em casa assistindo reality shows. Sério, é melhor dispensar esses cinco minutos constrangedores na sua vida.
O maior problema no relacionamento entre homens e mulheres é que quando um homem tem um desempenho vamos dizer, satisfatório, ele não acredita na capacidade e vai logo pelo caminho óbvio de duvidar da idoneidade do testemunho de sua parceira e do seu caráter, chamando-a de galinha. Acho que é uma questão de auto-estima. E também de senso crítico: ele não é galinha também, ambos não cometem o ato de perdição juntos?
Ah, esqueci, homem galinha é legal...

Pessoal esta imperdível a entrevista que fizemos com o vocalista da Banda Velhas Virgens, o Paulão, veja aqui!

Comemoração...

No dia 20 de abril, Desassistida comemora seu 1º Aniversário, nesta semana recordaremos os textos que mais nos divertiram neste período.

DÚVIDA CRUEL – você pergunta, nós respondemos.

Nossa leitora questionou se estava desassistida ao ouvir a seguinte pérola:

“Posso te chamar de oh, my darling?”

São tantos os pontos a destacar nesse caso surpreendente de desassistência que uma das redatoras teve uma convulsão e saiu carregada, dizendo apenas “brega, falem do brega...”
Pois então, cara leitora, nosso ouvidos não possuem um filtro especial para bloquear certas bobagens que os bofes disparam, mas, mesmo assim, não são penico.

Por isso, cada tentativa de aproximação esdrúxula que recebemos deve ser combatida, para que o indíviduo aprenda a prestar assistência com qualidade e outra colega não sofra com atentados a inteligência.

Então, vamos analisar ponto por ponto e destrinchar os significados ocultos, quiçá mensagens subliminares, contidas na, digamos, original frase: “Posso te chamar de oh, my darling?”
Logo no começo, nos deparamos com três pontos básicos:

1. Cafonice: oh, my darling é algo que você espera ouvir daquele seu cabeleireiro descolado, num tom de chacota. Algo do tipo: “oh, my darling, onde você pensa que vai com essas pontas duplas?” Agora, numa tentativa de sedução, soa cafonérrimo, estilo oooo, my looove, my darling... Sem mais declarações acerca.

2. Burrice: perceba a falta de intimidade da criatura com o inglês. Quem você ouve no dia-a-dia chamar seu chuchuzinho de oh, minha querida? Quem? Quem? Isso mesmo, ninguém. A não ser é claro, o seu cabeleireiro: “oh, minha querida, já não disse que louro acinzentado cai melhor em você?”

3. Indecisão/covardia: ele quer te agradar. Mas ele QUER te agradar, entende? Ele não vai tentar aqui e ali. Ele vai logo ao ponto, então, antes de correr o risco de te chamar de “meu iaiá meu ioiô” e receber de você um olhar cubo de gelo, já pergunta logo: “ô dona, vai querer que fritas acompanhem?” Para que arriscar, não é mesmo? Muito previsível, filhinho. Se bem que essa submissão não é de todo uma característica ruim...

Resumindo, querida, ele é um mané. Já publicamos anteriormente um alerta sobre o perigo de contrair mané, que, apesar de inofensivo, deixa você dias na cama (não no bom sentido) e com a aquela detestável sensação de tempo perdido. Seja porque quer te agradar a ponto de anular a própria personalidade, seja porque é um daqueles conquistadores baratos que gostam de encurtar o caminho se fazendo submissos, o cara deu atestado. Próximo!
E sim, você está desassistida.

DICA ÚTIL:
querido, quer agradar? Mas QUER AGRADAR mesmo? Use um vocativo carinhoso para abordar a fêmea detentora de seu afeto. Algo que só vocês sabem o porquê, como um código do casal. Simples e eficaz, como passar duas camadas de rímel para dar volume nos cílios. E, por favor, fale, não interrogue, não peça autorização. Se ela não gostar, você vai saber. Use o bom senso, ele não falha e costuma ser muito prestativo e solícito.

As fotos, da entrevista que fizemos com o Paulão das Velhas Virgens, já estão no nosso perfil do Orkut, veja aqui!

E rádio, porque não?

Sim, você pode ouvir nossas vozes de veludo toda terça e quinta!

Toda terça, a partir das 19:00, no endereço
www.dceunesc.com.br ou na freqüência 95,5FM, você pode ouvir Desassistidas no Ar - de bolso. Uma versão de 30 minutos do programa com reflexões sobre o tema da semana do Desassistidas.com, baseadas em nada, é claro. A THA trabalha até 22h e não pode participar ao vivo, mas a RO toma conta dos ouvintes com a ajuda de convidados especiais. O DCE Unesc abriu suas portas para nós com muita generosidade e nos deu a grande oportunidade de nos apaixonar pelo rádio e conhecer muita gente bacana. Agradecimento especial ao Russo, coordenador da rádio e ao Realdo, nosso mesa em 2006.

Quinta, a partir das 22:30, na Rádio Criciúma (www.radiocriciuma.com.br), a THA comparece para assistir os ouvintes junto com a RO e o gogó de ouro Robson Lopes no Desassistidas no Ar! Versão chique do Desassistidas no Ar, com direito a chat e coluna no site da rádio, foi ao ar pela primeira vez em 8 de novembro de 2006, após meses de longas negociações e um contrato milionário.

Para ser avisado na hora do programa adicione as
Desassistidas no msn: desassistidas@hotmail.com

E nesta quinta-feira o tema é: Por que as áreas mais divertidas do corpo humano são justamente as que possuem manutenção mais complicada?

Você também encontra Desassistidas aqui

Uma das cosias mais bacanas que aconteceram conosco durante este último ano foram as amizades construídas através da web. Destas amizades surgiram convites para colaborações em outros espaços, que aceitamos prontamente.

Mcnish – foi quem começou a palhaçada. Sempre comentava no antigo blog (aquele de endereço enoooorme) e um dia veio com a proposta indecente (mas que não envolvia um milhão de dólares):
- Que tal uma coluna Desassistidas no meu site?
- Sim, mas o site não fala sobre futebol?
- E por que não falar sobre futebol?
- Hã...Porque não sabemos nada sobre futebol?
- Não tem problema, sei quem pode ajudá-las.

Fomos então apresentadas à renomada Personal Soccer Training, mundialmente famosa, Tiazinha do Banheiro. Com os ensinamentos da Tiazinha, conseguimos manter nossa coluna no
www.mcnish.com até hoje.

Blog News – notícias sob uma ótica desassistida? Hum... Parece interessante. Desde então, postamos notícias aqui de Criciúma no Blog News. Lá vocês encontram os textos de gente muito boa como o Noronha.

Futebol de Botão – que a Tha não batia bem da bola a Ro nunca duvidou. Mas ela pensou seriamente em internação após o dia em que a Tha achou viável aceitar o convite para escrever sobre futebol de botão. E não é que a Tha estava certa? Com a consultoria de Kellen Valentina, Desassistidas assinam uma coluna na seção Futebol de Batom do site.

Tablóide Alternativo – jornal de circulação mensal, descolado, o TA era um espaço sonhado que foi conquistado através da parceria com o gente boa Milton, idealizador do Tablóide.

Revista Núcleo Online – convite feito, convite aceito. São nossos textos mais sérios (sim, isto é possível).

Nossos colaboradores ao longo deste ano

Rebecca Cristina – psicóloga e especialista em RGD (Relações de Gosto Duvidoso), é responsável pelo departamento de assistência técnica do Desassistidas, o Balcão de Devoluções. Seus pareceres polêmicos já salvaram relacionamentos a beira do precipício. Rebeca é autora do livro “Coração de Mulher é que nem Circo: Sempre tem Lugar pra Mais um Palhaço”.

Kellen Valentina – phD em costura e aviamentos, começou seu trabalho de consultoria durante o Desassistidas Fashion Week e desde então é a responsável pelo estilo (ou falta de) do Desassistidas.

Maiquel Douglas – apesar de instável emocionalmente, sua colaboração no departamento de assistência técnica do desassistidas é fundamental para casos graves de desassistência.

Tiazinha do Banheiro – Personal Soccer Training, Tiazinha divide seus conhecimentos em futebol e física quântica em cursos e palestras pelo mundo.

Conceição – psicóloga e sushiwoman, centrada e equilibrada, já teve em seu divã personalidades do mundo das artes, ciências e política.

Val – dona de uma paciência fora do comum, esta abnegada criadora de templates será canonizada após trabalhar na criação da template atual do Desassistidas. Muitas idéias, muitos “Mais pra esquerda, mais pra direita” e “Florzinha não! Florzinha, não!” depois, ela captou a idéia e o conceito desassistidas perfeitamente com uma template criativa e original. E ainda fuçou a web atrás do mid de Respect (música de abertura do Desassistidas no Ar!, o programa de rádio do Desassistidas). Na próxima eleição, vote Valzinha para presidente!

Daner – o cara mais rock n roll, gente boa e ranzinza que pode existir. Além de criador da logo do Desassistidas é um grande amigo.

Soprando velinhas! Quer dizer, velinha!

Sim, caros leitores, estamos fazendo aninho! Precisamente, 1 aninho.

Em 20 de abril de 2006 foi ao ar o primeiro post desassistido da história da web. Sob o título "Atenção Mulheres", o blog nascia com o objetivo de rir um pouco de todos nós e quem sabe assim diminuir a distância entre homens e mulheres.

Usamos como laboratório a vida noturna, mas isso não impede que muita coisa que acontece de dia entre aqui nesse espaço. Foi andando pelas baladas que percebemos uma coisa: homens e mulheres querem o mesmo, FELICIDADE e AMOR.

Começamos no inacreditável endereço http://blog.cresce.net/blog/desassistidas (fácil, não?), e em setembro do ano passado quando migramos para o Blogspot realizamos o sonho do domínio próprio ao adquirirmos o desassistidas.com .

Já fomos três e hoje permanece o núcleo inicial do projeto (sim, Desassistidas é um megaprojeto com várias ramificações): duas amigas que tinham na cabeça o plano de colocar suas idéias no ar.

Não podemos deixar de falar de pessoas que têm sido muito importantes para nós, nossos colaboradores. Durante esta semana, vamos apresentar as pessoas que dão assistência às Desassistidas.

Nesta quinta (05-04), às 22:30, tem Desassistidas no AR!
Na pauta, participação da Banda Leopoldo & Valeira,
muito rock n' roll, histórias de desassistências no mundo da música.
Dá pra ouvir de qualquer lugar, é só clicar aqui!

Investindo no novo - as blue chips

Uma aposta certeira para investidores são as ações blue chips. Estáveis, reconhecidas e estabilizadas no mercado, as blue chips representam o sonho de toda mulher.
São representadas, nas bolsas de valores emocionais, pelos cromossomos y mais velhos. Investimentos testados e aprovados ao longo de décadas, os mais velhos têm grande vantagem sobre os mais novos (com exceções, é claro) num importante quesito: a conversa. E quando estão de boca fechada (ou semi-aberta), também costumam sair alguns pontos na frente no quesito assistência.
Resumindo, o homem blue chips tem a manha.
E é aí que mora o problema: justamente os anos a frente transformam este bofe num elemento de alta periculosidade, capaz de colocar você, mulher vivida e versada nas mais diversas artes, caída por ele. O que pode ser muito bom ou muito ruim.
Se por um lado os novinhos estão mais sujeitos as oscilações do mercado, representando um investimento de risco em alguns casos, os mais velhos resistem melhor a variações por conta da experiência pregressa em crises. Porém, como tudo o que existe sobre a face da Terra, há exceções. Homens com síndrome de Peter Pan, que tem a mesma maturidade emocional de um pré-escolar não são raridade no mercado, o que tem levado muitas investidoras a aplicar no mercado de futuros: os assistentes em fase de lactação.
Portanto, aconselhamos você, investidora, a usar de bom senso na hora de fazer suas aplicações no mercado, já que nem todo novinho é imaturo e nem todo mais velho é sensato.

"Invista no novo e quanto mais novo, melhor".

Razões porque você, mulher vivida e versada nas mais diversas artes pode, deve e merece cultivar um cromossomo y em fase de lactação.

Antes de mais nada, avisamos que pedofilia é um crime, algo odioso e que de maneira nenhuma é incentivada por este espaço. Os bofes que participaram dessa experiência eram maiores de idade e não sofreram nenhum dano durante os experimentos.

Já que essa coisa de repetir figuras não está com nada, não passa de masturbação emocional, sugerimos que você invista no mercado de futuros. Seja um dia, um mês, um ano ou uma década, dispa-se de preconceitos e dê uma chance para um cara mais novo.

O novinho é tudo de bom: não deforma, não solta as tiras e estende um tapete vermelho para você passar. O novinho te admira, te vê como mulher e está pronto para crescer contigo (em todos os sentidos...).

Adoramos!!!

A importância de um novo pacote de figurinhas

Quem nunca se viu vítima de uma masturbação emocional, um relacionamento cheio de idas e vindas, mas que não chega a lugar nenhum? Isso quando a coisa pode ser classificada como relacionamento, pois o mais comum é uma seqüência de encontros infrutíferos que nada acrescentam.

O sábio filósofo grego Plateumintus já disse que “figurinha repetida não preenche álbum”, por que então insistir no passado, em “apostas certeiras” que não passam de repetições de erros?

Pensando nisso, fomos a campo pesquisar sobre o tema e chegamos a algumas conclusões sobre a importância de investir no novo (lembrando sempre que quanto mais novo, melhor).

Descobrimos, por exemplo, que ao abrir um pacote, surgem, além de novas figurinhas, muitas outras possibilidades. Cada pessoa traz sempre uma experiência diferente, um jeito de pensar e, mesmo que seja para dizer desta água não mais beberei, pode valer a pena essa troca.

O único problema com a abertura de novos pacotes é adquirir um gosto muito grande pela novidade a ponto de libertar a penosa existente dentro de cada um de nós. Mas isto é tema para uma outra série...

ESCLARECIMENTO

Ai, que desânimo...
A idéia de um post sobre um curso imaginário para homens tratarem melhor as mulheres de suas vidas gerou uma polêmica desnecessária. Muito barulho por nada, definitivamente.
Comentários agressivos, ataques e frases carregadas de raiva povoaram o blog e rendem até agora.
Nossa conclusão é de que ninguém entendeu nada. A idéia foi brincar justamente com as exigências que nós todos fazemos uns dos outros. Claro que nenhuma mulher vai trocar seu parceiro por um cachorro ou viver a ilusão de que numa comédia romântica está a solução para seus problemas. Isso é tão óbvio que acreditamos estar explícito nos textos.
Elogiamos a postura de alguns amigos homossexuais e percebemos que há muita confusão entre a opção (e nem sabemos ao certo se o termo opção é o mais adequado) sexual e o gênero. E também há muita homofobia, o que nos surpreendeu, pois sempre acreditamos que nossos leitores eram pessoas sensatas.
Fizemos uma série sobre comportamento feminino em que apontávamos defeitos graves de algumas mulheres. Não estávamos sugerindo um comportamento, estávamos afirmando, algo muito mais sério e controverso do que os posts da semana passada. No entanto, a reação foi muito mais branda e melhor dimensionada.
Mas o que mais nos desapontou foi a postura agressiva de ALGUNS leitores que simplesmente acharam coerente fazer ataques diretos às redatoras. Pensamos que talvez estas pessoas estejam sem muitos problemas na vida ou até sem uma dimensão correta do que deve ser levado a sério. Esses indivíduos acreditam que usar palavras grosseiras é uma boa maneira para expressar suas frustrações. Lamentamos, pois os únicos que perdem com isso são eles mesmos. Não vamos entrar no mérito de que fulana ou beltrana está namorando ou não, somos bem resolvidas e, principalmente, MUITO BEM ASSISTIDAS por amigos, famílias, namorados, ficantes. Por isso, temos a vontade de partilhar com outras pessoas experiências e reflexões nossas sobre os relacionamentos.
Por já termos errado muito e acertado tantas outras vezes, sabemos que nada é tão sério ou definitivo, que cada um possui uma forma muito particular de ver o mundo e que cada relacionamento tem seus pontos fortes e fracos, seus altos e baixos.
Todos são livres para fazer o que julgarem correto, não estamos aqui para catequizar ninguém, apenas temos idéias e queremos divulgá-las. Ler ou não, concordar ou discordar são opções que cabem a cada um, já ofender ou agredir é desnecessário e, principalmente, não será tolerado por nós, pois vai contra o que mais acreditamos: o respeito a diferença.

Mulé, trate com carinho seu cromossomo y

A IMPORTÂNCIA DE DAR
Carinho, é claro

Frio e seco, o universo “bofeano” é praticamente um freezer. Tudo porque os conhecidos homens foram ensinados que cromossomo y que é cromossomo y não chora (pelo menos na frente dos outros).
Por conta disso, muitas fêmeas acreditam que eles não precisam de atenção extra ou um cafuné quando estão num dia ruim. Muito mal.
Quando seu bofe está num dia ruim, costuma ficar caladão e é por isso que é necessário utilizar técnicas para aproximação quase tão sofisticadas quanto as dos interrogatórios policiais.

Devido a complexidade do “eu” masculino, sugerimos que você inicie seu processo investigativo com perguntas sutis, beirando o subliminar, algo como: “o que você tem?”

Sim, perguntas diretas obtêm respostas diretas. Tá certo que a resposta às vezes vai se assimilar a um rugido, rosnado ou resmungo...e é aí que a coisa complica. Ao invés de usar a tão divulgada sensibilidade feminina e tentar ir a fundo no resmungo, inicia-se uma briga e o que poderia ser uma ajuda vira uma discussão. Muitas vezes o erro está em acreditar que todos os problemas do assistente têm relação com a vida a dois. Pode ser um problema no trabalho, com os estudos, um amigo ou então, insatisfação com a própria vida. Por acreditar que homens não têm sentimentos, algumas mulheres acabam não enxergando o que há de verdade ali naquela cara fechada.

E quando falamos de carinho, é carinho mesmo, atenção, doação, não apenas sexo, que é muito bom e pelamordedeus a gente não pode ficar sem, mas tem seu momento.
Se mulheres reclamam que os homens têm dificuldade em perceber quem elas são de verdade, os cromossomos y podem fazer a mesma queixa. Quantas vezes uma necessidade do assistente é ignorada em função das minhocas cultivadas na imaginação?

Num relacionamento (seja afetivo, familiar, de amizade ou de trabalho), é preciso ver o outro como ele é, sem preconceitos ou utilizando a bagagem dos relacionamentos anteriores, pois cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é, já dizia Caetano.

Tratando bem um cromossomo y

Eles choraram. Eles espernearam. Ficaram de barriga pra cima batendo os pés, fizeram beicinho e disseram que não iriam mais jantar.

Resumindo: eles ficaram putinhos.

Tudo porque oferecemos, sem custo algum, um curso sobre como tratar bem uma mulher.

Vá entender...

Por conta disso, atendendo ao clamor da massa y, apresentamos nesta semana a série:


MULÉ, TRATE COM CARINHO SEU CROMOSSOMO Y.

Mas antes de nos despedirmos hoje, gostaríamos de dedicar mais algumas linhas a ele que vem povoando nossos sonhos desde a semana passada. Sim, ele que deixou palavras da mais encantadora poesia, que revelaram não só uma sensibilidade ímpar, como também um profundo conhecimento da alma feminina. É claro que falamos dele: Roberval Pinto Animal. Ele nos brindou semana passada com versos singelos, porém de grande intensidade poética, em que discorria sobre o momento mágico em que homem e mulher tornam-se um só usando uma bela metáfora: “sentar na vela”. Nada mais doce e encantador. Ficamos intrigadas com você, Roberval, imaginando quão charmosa e encantadora deve ser a sua pessoa. Afinal, um homem que possui uma “vela” não é um qualquer, está acima dos demais mortais e isso pudemos constatar ao perceber como captou perfeitamente o significado de nosso texto. Homens como Roberval fazem nós, Desassistidas, pensarmos que muito em breve não será mais necessário oferecer uma semana didática para ensinar um cromossomo y a tratar bem uma mulher. Pois que mulher não sonharia em “sentar na vela” com um homem encantador como Roberval?

PARA QUEM NÃO PERCEBEU AINDA, ESTE BLOG PROCURA BRINCAR COM CLICHÊS, GENERALIZAÇÕES E PRECONCEITOS. O NOME, POR SI SÓ, JÁ É UMA GRANDE BRINCADEIRA. RIR DOS PROBLEMAS, DAS CONTRADIÇÕES E DOS DESENCONTROS DAS RELAÇÕES ENTRE SERES HUMANOS É NOSSO PRINCIPAL OBJETIVO. NÃO PROCURAMOS AGREDIR HOMENS, NEM ALIMENTAR RICHAS OU A SURRADA E SEM GRAÇA GUERRA DOS SEXOS. LEIA O CONTEÚDO, OPINE, MAS NÃO LEVE TÃO A SÉRIO, NÃO ESTAMOS AQUI DITANDO REGRAS E ESTE BLOG NÃO SE CHAMA "MANUAL PARA A VIDA".

P.S.: O NOME DESASSISTIDAS É UMA BRINCADEIRA COM AS RECLAMAÇÕES QUE OUVIMOS SOBRE RELACIONAMENTOS, TANTO DE HOMENS QUANTO DE MULHERES, TANTO DE GAYS, QUANTO DE HETEROS.

O que ALGUNS homens deveriam aprender com as comédias românticas

O homem de comédia romântica é DECIDIDO. Ele sabe o que quer e vai atrás. A sogra não gosta dele? Tudo bem, o tempo vai provar que ele é um cara bacana.
A assistente está no aeroporto prestes a embarcar para uma viagem após uma briga? Ele não fica em casa remoendo os detalhes da briga ou vai para o bar tomar todas e esquecer aquela ingrata que não soube dar valor a seu amor. Ele pega o carro e vai até o portão de embarque fazer as pazes e deixar aquela mulher sabendo o quanto ela é importante para ele.
O homem de comédia romântica, resumindo, tem ATITUDE, artigo que anda em falta no mercado.
Não estamos aqui para apontar dedos, criticar ou dizer que está tudo errado. Nosso objetivo é aqui é promover um upgrade nas relações e dizer aos cromossomos y que um pouco de sensibilidade não faz mal a ninguém.
E, principalmente, ser sensível não significa ser vulnerável.

Coisas que ALGUNS homens deveriam aprender com o meu cachorro

Meu cachorro me acorda todos os dias com suas patinhas na beira da minha cama e um ar de felicidade como se não nos víssemos há tempos.
Não importa quantas pessoas, ou cachorros, passaram por ele no dia anterior, ele está sempre feliz por me ver. Mesmo que na noite anterior eu não tenha brincado com ele antes de dormir ou o colocado para dormir na área de serviço. Ele sabe que meu amor é incondicional e que em alguns dias não estou no meu melhor humor.
Meu cachorro sempre me espera na porta com o rabinho abanando e faz uma expressão de tristeza quando saio de casa. Ele sabe que pessoas não são eternas e ao sair um dia algo pode me acontecer e eu nunca mais voltar. Logo, ao me saudar feliz na porta, ele sabe que a despedida anterior não foi a última e o universo nos brindou com a oportunidade fantástica de passarmos mais um dia juntos.
Quando quero levá-lo para passear, meu cachorro sempre aceita de prontidão e procura se divertir e não se chateia se há um outro cachorro maior que ele no parque. Ele sabe que vale a pena passarmos um tempo juntos e que o simples fato de termos a companhia um do outro já vale o passeio. O único problema com meu cachorro é que, ao contrário dos homens que nunca abaixam a tampa do vaso, ele acredita que a casa inteira é o banheiro.

Didática básica para trato de fêmeas

Nada afeta mais nossos humores do que um cromossomo y destratando uma cromossomo x. Grosserias, indelicadezas, falta de tato e companheirismo são queixas freqüentes mo consultório de Conceição, a renomada psicóloga e sushi woman consultora das Desassistidas. Como para nós só reclamar faz tanto efeito quanto um creme anti-celulite, ou seja, nada, vamos oferecer durante esta semana um guia para orientar os cromossomos y desorientados na arte de se relacionar com uma mulher.

Coisas que ALGUNS homens heterossexuais deveriam aprender com ALGUNS homens gays
Sabemos que os bofes reviram os olhos e lançam um “lá vem de novo essa história” ao ouvirem que só os gays sabem tratar bem uma mulher.
Mas queridos, isto é tão certo quanto o especial de fim de ano do Roberto Carlos na TV. Mais sensíveis, antenados às necessidades alheias e mais bem resolvidos, os homens que gostam de homens passaram por dificuldades para se assumir, entender e serem aceitos, por isso têm uma dose extra de compaixão e solidariedade.
Outra coisa básica: um amigo gay, por exemplo, conversa olhando nos olhos e não no decote ou numa bunda rebolativa ao lado. Ele presta atenção no que é dito e procura realmente ajudar sem achar que é bobagem o problema em questão.
Quando dança, ele realmente dança, não encocha.
Além disso, quando elogia ele é sincero, não está querendo levar a menina pra cama.
E também não tem medo de possuir um gosto mais sofisticado, nem acredita que arrotar o tornará mais charmoso.
O único problema é que por terem tantos gostos em comuns, a mulher hetero e o homem gay acabam convergindo num outro ponto: ambos gostam de homens.

Não fiquem chateados ou ofendidos querendo sair do parquinho, meninos (heterossexuais, que fique claro, os demais podem ir pro recreio), façam a lição de casa e promovam um upgrade nos relacionamentos em geral. As mulheres agradecem.
Esqueça os sutiãs queimados em praça pública. As manifestações por igualdade de direitos. Ou o longo caminho trilhado para que hoje as mulheres possam votar, ocupar cargos de chefia, serem respeitadas no trabalho.

Esqueça também as 129 trabalhadoras de Nova Iorque que morreram carbonizadas numa tecelagem durante uma greve em que protestavam por melhores condições de trabalho.

Aquele 8 de março de 1857 parece ficar cada vez mais distante de seu significado.
Em vez de um dia de reflexão para se discutir os aspectos mal resolvidos da condição feminina, o Dia Internacional da Mulher caminha para se tornar uma comemoração açucarada em que eventos de cosmética, palestras sobre strip-tease (no estilo “desperte a deusa lasciva que existe em você”) e mensagens melosas dão o tom da data.

Muito se conquistou nas últimas décadas, é verdade, mas a mulher que se libertou das pressões da igreja e de conceitos pouco lisonjeiros como os de Schopenhauer (“mulheres são seres de cabelos compridos e idéias curtas)”, hoje vive presa a uma imagem de perfeição e sucesso. Além disso, recebe salários mais baixos que os homens. E para algumas, a violência doméstica ainda é uma cruel realidade.

Em Burkina Faso, na África, a excisão (mutilação dos genitais femininos) é praticada, apesar de proibida por lei.

No Brasil, adolescentes e, algumas vezes, crianças, são exploradas sexualmente.

O caminho até aqui foi longo, difícil. As conquistas foram grandes, mas ainda há muito a ser feito. Não só por nós, mulheres, mas para todos os seres humanos. Por um mundo em que ser mulher ou homem não faça diferença diante das oportunidades. Que ser branco, negro ou amarelo não abra ou feche portas. Que ser hetero ou homossexual não limite relações. Um mundo em que todos nós possamos nos manifestar e participar. Numa sociedade de todos, para todos.
Este texto também está publicado na coluna das Desassistidas no site da Rádio Criciúma. Por falar nisso, hoje tem Desassistidas no Ar! A partir das 22:30h, AQUI!

Terminando...

Essa internet... sempre moleca, aprontando das suas...
Pois bem, novamente Desassistidas ficaram desassistidas de rede. E mais uma vez fica comprometida a postagem do blog .
Mas a gente está aqui de novo para fechar nossa homenagem a três grandes mulheres.
Para encerrar,
Clarice Lispector
Nasceu na Ucrânia em 1920. Mas foi aqui no Brasil que produziu maravilhas como:

Estou por assim dizervendo claramente o vazio.
E nem entendo aquilo que entendo:pois estou infinitamente maior que eu mesma,
e não me alcanço.
Além do que:que faço dessa lucidez?
Sei também que esta minha lucidez pode-se tornar o inferno humano
- já me aconteceu antes.
(A Lucidez Perigosa)
Para saber mais sobre Clarice, visite o site: http://www.releituras.com/clispector_bio.asp e leia seus livros, você não vai se arrepender!

Pô, gente, foi mal...

Desculpem-nos, caros, fofos e vitaminados leitores: a atualização aqui anda no nível da Sessão da Tarde e o cheiro de mofo está tomando conta das postagens. Mas isso é passado!
Andamos com problemas de acesso a maravilhosa WORLD WIDE WEB, a popular e moleca internet, por isso postamos pouco, ou quase nada, nos últimos 15 dias. Mas estamos aqui, firmes, fortes e coradas, prontas para fazer o que mais gostamos: dar assistência!
Estamos de volta, continuando de onde paramos, com vocês elas:

Lina Bo Bardi
Arquiteta ítalo-brasileira. Lina deixou muito cromossomo y de boca aberta (e ouviu muito também) ao projetar um edifício com um vão livre de 70m, uma ousadia para época (1968). Ainda mais levando em consideração o fato de que era uma mulher propondo algo assim. Os bofes reviraram olhinhos, bateram pé e fizeram beiçinho, mas no fim, Lina provou seu talento e visão ao presentear a cidade de São Paulo com um ícone da arquitetura brasileira, o MASP
Para saber mais sobre Lina, visite o site:
www.institutobardi.com.br.

Frida Kahlo
Grande pintora mexicana, comeu o burrito que el coisa ruim amassou, mas deixou uma obra impressionante.
Para saber mais sobre Frida, visite o site: http://www.pbs.org/weta/fridakahlo/ ou assista ao filme Frida, com Salma Hayek.

Bom, como nada é perfeito, a gente fica devendo tia Clarice Lispector pra amanhã...

Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas, Paris, São Paulo...

Durante esta semana, Desassistidas exercitam seu lado groupie e babam ovo por mulheres que além de abrir caminhos para todos nós, inspiraram atitudes e comportamentos mundo afora.

Amanhã

Elas foram ousadas e deixaram sua marca no mundo das artes: a arquiteta Lina Bo Bardi, a escritora Clarice Lispector e a artista plástica Frida Khalo.

7 Pecados do Comportamento Feminino

VAIDADE

_ Não Paty queridaaa. Não posso sair hoje. Esta chovendo e você sabe que a chuva acaba com a minha chapinha.

Quantas mulheres se privam da diversão em nome da vaidade?
Que perdem momentos de descontração porque precisam estar impecáveis?

Nada contra uma produção, afinal de contas, frescura é o nome do meio das Desassistidas, mas um rímel escorrido depois de hora de dança é muito mais interessantes que uma maquiagem perfeita em uma foto.
Passar fome para entrar em um vestido e acabar colecionando doenças psiquiátricas não é raro entre mulheres. Fala-se em liberação feminina, mas ainda existem muitas mulheres prisioneira de imagens e padrões.

IRA

Quantas mulheres já desceram do salto tomadas por sentimentos pouco nobre?
Não adiantou contar até 10, a raiva foi crescendo, a boca espumando e de repente, anos de educação nos mais tradicionais colégios europeus são distribuídos por palavras que mais se adequariam a um filme pornô.
Usar adjetivos como vaca/vagabunda/galinha para se referir a uma suposta rival, também é pecado segundo o manual de elegância e bons modos de Lucrecia Sivuplê consultora de etiqueta das Desassistidas.

Para afastar este cálice, quer dizer este pecado e garantir a entrada no reino das mulheres de temperamento moderado, indicamos o aprofundamento espiritual e a repetição do mantra “Ninguém Merece”.

De volta

Foi muito confete, muita serpentina. Muito sol e pouca comida.
Resistindo a tudo e a todos (bem, nem todos...), Desassistidas voltam a atividade após o bacanal, quer dizer, carnaval.

Para esta quarta-feira de cinzas, dois pecados básicos e antagônicos:

AVAREZA

Quem nunca teve uma amiiiga que regulava bofe? Aquela que nunca quer repartir o pão, mesmo quando não tem interesse em promover a assistente o cromossomo y em questão? Eio, muito feio.
E tem também o tipo que não dá nem bom dia e emprestar aquela saia maravilhosa então, nem pensar!

GULA

Que loiro lindo, mas aquele moreno ali... o que é aquilo! Cuidado você com seu candidato a assistente, pois ela vai olhar e se puder, alisar, pegar e muito mais. Para ela, um é pouco, dois é bom e três é demais: sensacionalmente demais!
Nunca está satisfeita e por conta disso acaba avançando sobre o alheio, ignorando a convenção de genebra que determinou em 1912 que bofe comprometido é bofe proibido.

0s 7 pecados do comportamento feminino

INVEJA

Essa bunda dura...Também, deve ficar horas na academia, né?
Deve passar só no alface. Eu que não vivia assim!
A inveja, já dizia aquele filósofo grego, é uma mer...
Esconde insegurança, uma certa insatisfação consigo mesmo. Para se sentir melhor, a mulher precisa diminuir a outra.
Como por exemplo, a famosa e estimada amiiiiga desmerece o assistente da amiga. Rebeca Cristina, nossa especialista em RDG (Relações de Gosto Duvidoso) alerta para a vontade da amiiiiga de catar o assistente alheio.
Para curar essa coisa feia e sem graça que é a inveja, nada melhor que um exercício básico de auto-estima: cante o funk “Perigosa” na frente do espelho. Para afastar invejosos de plantão, muita auto-confiança.

LUXÚRIA

Bem, em tempo de escassez e restrição no mercado oscilante, se você tem com quem se render a volúpia, não seremos nós a regular.

Desassistida faz uma pausa para o carnaval e
retorna, na próxima quarta-feira,
com a série sobre os 7 pecados capitais.

0s 7 pecados do comportamento feminino

Usar um decote para conseguir um atendimento diferenciado. Deixar de lado o curso de francês porque começa muito cedo. Gritar com o caixa no supermercado descontando as frustrações do cotidiano. Padrões de comportamento pouco glamurosos utilizados por algumas fêmeas. Como estamos empenhadas em revelar o lado sem photoshop do tratamento que algumas mulheres dispensam a outras, nesta semana Desassistidas abordará os 7 pedcados capitais no comportamento.

SOBERBA

A noite está fervendo. A pista de dança está cheia e todos embalados. Eis que chega ela, a Super-poderosa, empurrando todos, derrubando bebida e, pior de tudo, queimando a todos com seu cigarro.

A superpoderosa pensa que é melhor que as demais e está um grau acima na existência terrestre. Seu cabelo é o mais bonito, sua pele, uma seda e seu papo, bem... deixa pra lá.

O orgulho é um excelente repelente, ótimo meio para acabar com relações. Cria barreiras desnecessárias e que podem se tornar intransponíveis com o passar dos anos.

VEJA: RO vestida para matar!

Campeonato Mundial de Trairagem

Milhares de tevês sintonizadas, os corações batendo no mesmo ritmo. É o campeonato mundial de tapa e puxão de cabelo! Conheçam as competidoras:

Amiga traíra peçonha nível 1:

Expressão favorita: até que...
Ela se manifesta em: ocasiões em que você está feliz, episódios de sucesso em geral e começos de namoros.
Golpe baixo: mira certeiro na auto-estima e desfere uma frase sutil como “para sua idade até que está ótimo”.

Amiga traíra peçonha nível 2:

Expressão favorita: mas você sabe, né...
Ela se manifesta em: momentos de dúvida.
Golpe baixo: destila seu veneno em doses mínimas colocando em cheque a fidelidade do assistente ou de um amigo. “Não acho demais você ir sozinha, mas você sabe, né... as pessoas comentam...”

Amiga traíra peçonha nível 3:

Expressão favorita: também, faz tanto tempo...
Ela se manifesta em: situações de êxito profissional ou intelectual.
Golpe baixo: faz pouco caso de uma notícia boa. “Também, faz tanto tempo que você trabalha lá, tinha que ser promovida ou demitida...”

Analisando cientificamente as espetadinhas

O que leva uma mulher a menosprezar o sucesso da outra? Inveja? Falta de amor? Assistência sem qualidade?

Com essa pergunta na cabeça, Desassistidas, baseadas em sua corrente antroposófica de pesquisa, o nada, publicam com exclusividade as respostas para mais um dos GQD (Grandes Questionamentos Desassistidos).

A espetadinha profissional

Amiga conta para amiiiiga que conseguiu uma promoção. A amiiiiga diz apenas “também, depois de tanto tempo trabalhando naquela empresa ou te promoviam ou demitiam, né?”.

Para responder a essa questão, procuramos o AAA, Antônio Augusto de Albuquerque, consultor de RH:

- Veja bem, ao evocar o tempo de trabalho na empresa, a amiiiiga revela inveja da estabilidade profissional da amiga.

A espetadinha no Bofe

Amiga pergunta para amiiiiiga se há problema num casal que sai separado. A amiiiiga responde: “eu não me importo, mas sabe como a mulherada está assanhada hoje em dia, né?”.

Segundo a especialista em RGD (Relações de Gosto Duvidoso), Rebecca Cristina, a afirmação ofídia da amiiiiga revela uma vontade latente de pegar o bofe alheio. Ao afirmar que o assistente da amiga corre perigo solto na noite, a amiiiga quer dizer que se o encontrar na balada, aquele cromossomo y será dela.

A espetadinha na auto-estima

Amiga pergunta amiiiiga se ficaria legal com uma tatuagem. Amiiiiga responde: “você acha que ainda tem idade pra isso?”.

A consultora de moda e estilo, Phd em costura e aviamentos, Kellen Valentina, diz que, assim como no boxe é golpe baixo chutar as partes divertidas, limitar as escolhas de uma pessoa a uma faixa etária também é desleal. Desmotivar o adversário para abalar sua confiança é estratégia antiga e sem classe alguma. Para Kellen, tal comentário deve entrar por um pavilhão auditivo e sair por outro.

`Vou fazer uma tatuagem!´
`Você acha que ainda tem idade pra isso?´
Destilando veneno, hoje às 22h no Desassistidas no Ar.

Comportamento Feminino

Cena 1
- Oi, querida! Tudo bom?
- Nossa, como você ficou bem nesse vestido floral! Acho o máximo quando a pessoa é assim: não se importa se a coisa não tá mais na moda! Você é super autêntica!

Cena 2
Duas amigas conversam sobre uma festa.
- Não acho nada demais o Carlos Eduardo ir na festa enquanto eu vou viajar com a família.
- Eu também, claro, mas ficaria preocupada, sabe? Aquela fulaninha vai na festa também, mas...

Cena 3
- Olha que legal: o projeto que apresentei foi aprovado!
- Também, só tinha o teu...

Amigo é coisa pra se guardar...
Bem, se for amiga traíra, só debaixo de sete palmos.

Há muito tempo as Desassistidas debatem e se debatem em torno de uma questão muito grave: a competitividade agressiva entre mulheres.

Quem nunca teve uma “amiga” que tinha sempre a palavra certa naquele momento de dúvida e incerteza? A palavra certa para desmotivar e fazer qualquer um se sentir um lixo.

Em virtude da proximidade do Dia Internacional da Mulher, celebrado dia 8 de março, as Desassistidas vão dedicar o mês de fevereiro a essa questão mal resolvida e pouco discutida: o lado obscuro do comportamento das representantes da estirpe XX.

Novidade!
Saiu uma matéria das Desassistidas no site
da empresa onde a RO e THA trabalham!

É hora de dizer tchau

Eu vou te deletar te excluir do meu orkut
Eu vou te bloquear no msn
Não me mande mais scraps nem email power point
Me exclua também e adicione ele

Para quem não tem a elegância e delicadeza de Everton Assunção, autor da brilhante canção acima sobre o término de uma relação, dizer tchau não é tarefa fácil. Sempre fica a dúvida se a decisão correta está sendo tomada, se não haverá arrependimentos.
Mas existe uma forma simples de terminar uma relação? Existe uma maneira de encarar o fim sem sofrimento? Claro que não. Ninguém gosta de se sentir rejeitado e rejeitar alguém também não é fácil. Para facilitar a vida dos nossos leitores, já tão cheia de compromissos e atribulações, Desassistidas lançam um guia rápido para término e recuperações de rompimentos. Seja você o pé, seja você a bunda, use nosso guia para superar esse momento com a mesma desenvoltura de quem vai a padaria comprar um pãozinho.
Para acabar:
- JAMAIS, em hipótese alguma, use a frase: “não é você, sou eu”. A utilização do chavão pode render de um a dois anos de reclusão por uso indevido de frase feita.
- Não tire a pessoa de uma atividade rotineira ou marque um encontro com ares de evento especial (isso pode gerar expectativas equivocadas sobre o teor da conversa).
- Ao falar com a pessoa, utilize o clássico “precisamos conversar”, com expressão séria. Isso prepara o terreno, mais ou menos como aquela história do gato que subiu no telhado...
- Não abra mão da sinceridade, mas não utilize da sutileza de um elefante manipulando um origami. A pessoa já vai ter motivos suficientes para se sentir um lixo, você não precisa ajudar.
- Não saia falando mal do passado. Você teve motivos para estar junto a essa pessoa e falar mal dela depois não é elegante e pode depor contra seu caráter. A não ser que a pessoa tenha destruído sua coleção de papel de carta ou seu álbum de figurinhas do campeonato brasileiro, use discrição e bom senso ao tecer comentários sobre o fator ex.
Se um caminhão passou por cima de você, quer dizer, se a relação acabou...
- Despeito é o fim. Nada de ficar feito criança que perdeu a vez no parquinho dizendo “eu nem queria mesmo”.
- Se você está sofrendo, admita, mas não se esqueça de que novela mexicana é só na tevê.
- Chore se tiver vontade, mas não exagere para não desidratar ou ficar com olheiras.
- Use e abuse dos amigos. As orelhas servem para remoer a história de amor linda e maravilhosa que agora “se fue”, os abraços servem para acolher e os pés para lhe sustentar caso o chão falte.
- Nada de contratar capangas para dar um corretivo. Se a parte rompedora foi cruel com você, não se preocupe, o mundo dá voltas...
- Fique feliz: agora você está livre para encontrar alguém que retribua seu amor à altura!
- Não fale mal do passado. É muito chato e dá a impressão de que você estava passando tempo com a pessoa, afinal, se tinha tantos defeitos, por que estavam juntos então?
Não esqueça também de que esta é uma atividade conjunta, uma sociedade firmada entre duas partes onde cada uma contribui com o que lhe cabe: um com o pé, outro com o glúteo máximo. É normal se descabelar, achar que nunca mais vai amar novamente para logo em seguida se encantar com um novo sorriso (ou um antigo, por que não?). E nada é definitivo, tudo pode sempre mudar...

Está tudo acabado entre nós

Um hit que abalou as estruturas da indústria fonográfica brasileira em 2006 foi "Eu vou te deletar do meu orkut" (do conectado compositor Everton Assunção) que, aliás, completou 3 anos em janeiro de 2007.

A comovente melodia tratava de um delicado momento da vida a dois: a separação. Em tempos de banda larga, nada mais prático que terminar um relacionamento com um simples clique, não é mesmo? Mas para quem tem mais que 1 byte no coração deixar Bill Gates e companhia de fora ainda é o mais recomendado.

Dizem que, nesse tipo de negociação, é sempre melhor entrar com a parte posterior (a popular bunda) do que com o pé. Tudo porque a parte ativa, o pé, além de conviver com a dor da separação, poderá num futuro, próximo ou não, arrepender-se do rompimento. Já a parte passiva, a posterior, fica apenas com o sofrimento e as sessões de comédias românticas regadas a panelas de brigadeiro ou copos de cerveja.

Mas afinal, existe alguma posição confortável neste momento?

Hoje, às 22h, tem Desassistidas no AR!
Clique aqui para ouvir.

E na bagunça do armário embutido, meu paletó enlaça o teu vestido

Farol de Santa Marta - Laguna/SC

Para quem ainda não sabe, a THA está de férias, na praia, é claro. Ignorando os apelos de RO, que agarrada aos seus pés dizia “não se váááá”, ela fez as malas e foi. Assim como seus 83 tios, 297 primos e 793 agregados.
Tanta gente acaba sempre gerando confusão e situações embaraçosas.

A Casa das 8 Cuecas

Ao final da estadia da parentada, a primeira providência tomada foi organizar a casa. Arruma daqui, ajeita um cantinho acolá, lavam-se roupas, penduram-se roupas. Detalhe: a lavagem das roupas durante a temporada era coletiva e todos colocavam suas roupas para lavar ao mesmo tempo. Depois de lavadas e secas as peças eram devolvidas a seus proprietários.
Lavando aqui e acolá, apareceram misteriosamente não uma nem duas, mas OITO cuecas sem dono. Solitárias e abandonadas, as pobres cuecas esperam num canto da lavanderia o retorno de seus donos.

A saia que viajou 500km

Verão e vestimentas leves. Vestidos, shorts e saias. Prima A usa saia igual a prima B. Prima A é menor, prima B é maior. Acaba a temporada. Prima B tenta vestir sua saia, que não cabe. Prima A liga: a saia que levou é grande demais. Conclusão: trocaram as peças e a saia de prima B acaba viajando 500km de volta pelos Correios.

Toalha pra quê?

Sempre que fazemos a mala fica aquela sensação de que faltou alguma coisa. E já na metade do caminho vem o estalo: putz, esqueci a toalha!



VERÃO DESASSISTIDO – Farol de Santa Marta - Laguna/SC

Agora a chapa esquenta no Verão Desassistido!
Lindo, lindo, lindo. Essa é a frase que não vai sair da sua boca ao chegar no Farol, paraíso dos surfistas e de quem ama praias de difícil acesso. Fica a cerca de 130 km de Florianópolis e pode ser acessado pela cidade de Jaguaruna ou através de balsa, por Laguna. Divirta-se nas praias do Cardoso, Cigana, Prainha e Grande. O farol, construído por franceses em 1891, é considerado o maior das Américas e o 3º maior do mundo em alcance.


ASSISTÊNCIA: águas limpas, algumas boas opções para balada, restaurantes, natureza exuberante, opções para trilha e boas ondas.

DESASSISTÊNCIA: o único defeito do Farol é o acesso. A estrada que leva a praia não é asfaltada, em alguns trechos é de terra batida, noutros um princípio de asfalto com muitas pedras pode ser visto e pra chegar na praia mesmo é preciso encarar a areia fofa. Risco de atolar grande, mas quem não foi ao Farol e não atolou o carro não tem história pra contar. E na hora de desatolar o carro sempre rola uma assistência e aí... Há também os que consideram o acesso difícil uma vantagem e um ponto a mais para preservação da praia.


Onde encontrar frutos do mar?

Tudo depende dos ventos, mas em qualquer lugar da praia a espécie é encontrada, o que varia é a concentração por metro quadrado.

Merece um jacaré?

Com certeza! Faça as malas agora e venha conhecer. Não esqueça de nos convidar pra ir junto (Criciúma fica a cerca de 1h e meia)!

Desassistidas Recomenda: disposição e muito amor por praia e natureza. Vá tranqüilo e disposto a explorar o local fazendo trilhas e conhecendo as praias. À noite, curta a balada no Boikagô (é assim mesmo, não tem erro de grafia). No restaurante do Valdir você encontra comida barata e boa.

Hoje é festa lá no meu apê, mas... cadê o povo?

A casa é só sua. Seus pais estão longe e você pensa “é hoje!”. Telefone na mão, é hrora de ligar para a turma e agitar uma festinha.

Primeira tentativa: - Poxa, que pena, tô na praia.
Segunda tentativa: - Ah, cara, amanhã vou acordar cedo para ir pra praia.
Terceira tentativa: - Ihhh, tô com insolação. Exagerei a dose na praia.
Quarta tentativa: - Uhuuu! Vem pra cá! Tá todo mundo aqui, na PRAIA!

É, verão tem dessas coisas: uns vão para a praia, curtir o que a vida tem de melhor, enquanto cabe a outros a tarefa de manter a nação de pé e em ordem através do suor (e põe suor nisso) do trabalho.
Se você é da trupe da ralação, não desanime, Desassistidas está aqui para lhe socorrer nesse momento de tédio! Selecionamos para você algumas atividades descoladas para entretenimento urbano:

  • Reúna seus amigos imaginários para um chá (eles não vão se importar com o calor)
  • Jogue paciência no computador, porque você não vai achar ninguém no MSN
  • Arrume o guarda-roupa
  • Organize o álbum de fotografias da família
  • Fale mal da praia com o farmacêutico que também não está de férias
  • Conte o número de azulejos do banheiro e depois repita a dose na cozinha

Eu aqui, você acolá – Quando dois corpos não ocupam a mesma praia

Piii. Opa! Mensagem! “E aí, gata, curtindo a praia?”. Aham, todo dia quando vou dormir sonho com ela. As de areia fofa e branquinha são minhas favoritas. Acontece no verão e em mais nenhuma época do ano: chegam as férias e cada um vai pra um lado, mas sempre com a ilusão de que estão todos no mesmo lugarzinho descolado onde quebram grandes ondas e o sol brilha todos os dias. Ledo engano...

A seguir, alguns clássicos dos desencontros de verão:

“A” prefere praia badalada, onde se disputa cada centímetro de areia e achar lugar para o guarda-sol é tarefa ingrata. “B” prefere uma praia isolada, com trilha de 3km para chegar.

Diz a lenda que uma amiga da redação, crente que estava abafando, viajou 200km para o norte e achava que encontraria o assistente, que morava nos tais quilômetros acima. Nossa amiga só ignorou o fato de que é bom avisar com antecedência. Para ela, no entanto, estava tudo certo, iriam se encontrar, com certeza. Comunicou o bofe sobre a sua chegada na cidade. Ao atender o telefone, a surpresa: ele havia viajado, 200km para o sul.

A praia possui muitas opções de balada e é comum uma espécie de romaria pelos barzinhos na noite. E aí a menina vai para o bar que toca reggae achando que o carinha vai estar lá. E o carinha vai par ao bar de rock achando que a menina vai estar lá. E passam a noite toda rodando de bar em bar sem se encontrar.

“Hum... acho que ele curte a praia cedinho”. “Tenho certeza de que ela, baladeira como é, curte a praia de tarde”. Ela passa a manhã assando na beira do mar sem sucesso. Ele torra a tarde inteira sem avistar o alvo de afeto. E ficam ambos a ver navios.

Moral da história: PERGUNTAR NÃO OFENDE. Avisar, perguntar, mandar sinais de fumaça, deixar recado na caixa postal: é fundamental não deixar tudo por conta do acaso.
Hoje tem Desassistidas no Ar!
A partir das 22h na Rádio Criciúma. Pelo chat da rádio você conversa com as Desassistidas e pede música e assistência. Clique AQUI para ouvir
A coluna das Desassistidas já está no ar no site da rádio, com o tema do programa de hoje:
Bofe, aprenda que chegar junto não é encoxar – Parte 2. A Milenar Arte do Toco , leia agora!

Tá tudo BEN!

De BEN com a vida, Desassistidas ainda estão em êxtase com o show do Harper, o Ben em Florianópolis dia 20.
Como Ben Harper ainda está pensando sobre a proposta de casamento da RO, as Desassistidas aproveitaram para tirar uma folguinha no começo da semana e fazer pedidos para Santo Antônio.
Amanhã, começa mais uma série que visa transcender a experiência carnal de nossos leitores:

DESENCONTROS DE VERÃO

Assistente na praia, desassistida na cidade. Amigos de férias, RO na labuta (dissemos labuta). E a casa cheia de parentes com objetos se misturando.

Quarta-feira: Eu aqui, você acolá - quando dois corpos não ocupam a mesma praia.

Quinta-feira: Hoje tem festa lá no meu apê, mas...cadê o povo?

Sexta-feira: E se na bagunça do armário embutido, meu paletó enlaça o teu vestido!

Não Faça Isso – Comportamento

Para encerrar nosso pequeno manual de bolso sobre o que não fazer na praia, nossas considerações finais.

  • O jogar frescobol: violentar a bola ou imaginar o assistente em situação esférica não é muito recomendado. O jogo fica agressivo e os banhistas ao redor temem por suas vidas e óculos de sol com a velocidade que a bolinha atinge.

  • O bronzear: cuidados básicos com as vestimentas durante a prática do foto-envelhecimento, vulgo exposição ao sol, são necessários para evitar constrangimentos “after sun” como ficar com a marca da etiqueta do biquíni, que foi imprudentemente esquecida para fora, ou apresentar queimaduras de terceiro grau.

  • O divertir-se: tudo bem que verão é alegria e curtição, mas o senso de humor deve ter relação íntima com o senso de ridículo. Amarrar a toalha nas costas para brincar de super herói não é nada charmoso para cidadãos com mais de 6 anos de idade. Ou banhar-se de cueca, ou, pior ainda, colocar objetos dentro da cueca. Ninguém merece procurar sol e encontrar um PCN.

  • O aporrinhar: em nenhum lugar um não fumante se sente mais incomodado pelo fumante do que na praia. Maneirar nas baforadas faz bem para todos os pulmões.

  • O enfeitar-se: o ato de ir a praia pressupõe o bronzear-se como resultado final. Acessórios em excesso acabam por estragar a brincadeira. Fontes seguras nos informaram que a peruice excessiva aumenta a incidência de raios UVA e UVB na orla.

  • O alimentar-se: você pode trazer o frango, a farofa, caixas de isopor, seja lá o que for: LEVE O LIXO EMBORA.

Vitaminados leitores: aproveitem a praia e, bofes, não esqueçam de pedir ajuda as Desassistidas ao passarem protetor solar!

Mais frescas que essas notícias só a RO!

Novidades, galera! Finalmente parimos a coluna pro site do nosso amigo Mcnish. Qual a diferença entre futebol de grama e de areia? Descubra lendo a coluna das Desassistidas em http://www.mcnish.com.br !

Para quem quiser saber que assunto anda gerando debates acalorados aqui em Criciúma/SC, é só passar no Blog News e conferir nossa coluna publicada ontem! (ok, essa notícia não é tão fresca assim...)

E hoje, quinta-feira, tem Desassistidas no Ar! A partir das 22h é só entrar no site www.radiocriciuma.com.br para ouvir nossas vozes de veludo! No programa de hoje a continuação de nossa série didática: "Cromossomo y, aprenda que chegar junto não é encoxar".
No chat da rádio você conversa com as Desassistidas e com os demais ouvintes do programa (sim, eles existem!), pede música e assistência!

Desassistidas no Ar! Um programa relacionado a relacionamentos!

Não faça isso – A sunga, o biquíni e o bife à milanesa

O que mais podemos falar sobre a sunga que já não seja óbvio e cansativo? Tema de um dos capítulos do Desassistidas Fashion Week ela pode ser uma verdadeira assassina do desejo feminino. Além disso, uma sunga em mãos (e coxas) erradas, pode ser uma arma de destruição em massa. Mas mesmo com nosso empenho em tornar a sunga companheira da polaina no lugar a que pertencem, o fundo do armário, ainda encontramos distintos cavalheiros que durante o dia posam de cidadãos de bem, mas basta fazer um calorzinho para se que transformem em homens que usam sunga cavada verde limão.

O biquíni é um desafio que toda fêmea tem que enfrentar um dia na vida. Se muito pequenos, mostram mais do que devem, se muito grandes, queimam menos do que devem.
Uma amiga da redação tinha pesadelos no verão com o momento de tirar a canga na beira do mar: sua vontade era de sair rolando até a água para que nenhum ser vivente pudesse se entreter fazendo comentários maldosos sobre seus glúteos. E aí mora um comportamento sem noção da praia: a vergonha do próprio corpo. Mal sapão, mal...

Já uma outra amiga da redação sonha com praias revestidas com porcelanatto, tudo porque ela tem verdadeiro horror a areia. Mas o que seria da praia sem suas areias fofas para a prática do frescobol e do rolamento de corpos? E, principalmente, como obter um legítimo visual de bife à milanesa sem os tais graõzinhos?
Tem coluna nova das Desassistidas no Blog News! Clique AQUI para ler!

Série Verão – Não Faça Isso

Que a praia é um território democrático ninguém discorda. Que não há diferenças e todos banham-se na mesma água, dividem a mesma areia, também é verdade. Mas (sempre tem um “mas”), tamanha liberdade acaba dando espaço para comportamentos estranhos na orla.

São jogadores de frescobol com raiva da bola (de frescobol), que atacam a pobre coitada com raquetadas agressivas. Adultos com complexos de infância que amarram suas toalhas na costas fazendo delas capas de super heróis. Sungas que não cobrem aquilo que ninguém quer ver. Biquínis que mostram além do necessário.

Além disso, a praia também é cenário ideal para histórias que serão recontadas a exaustão nos meses seguintes. Dentre as recordações que trazemos com a lembrança de um verão inesquecível há sempre a história daquela amiga que se bronzeou com a etiqueta do biquíni para fora da roupa (podemos chamar um biquíni de roupa?). Ou o amigo que dormiu na areia homo sapiens e acordou crustáceo.

Mico, teu nome é verão.

Verão Desassistido - Balneário Arroio do Silva/SC

Nesta praia você encontra pessoas vindas das mais diversas cidades. Os turistas do Rio Grande do Sul representam uma grande maioria dos visitantes, mas facilmente você encontrará pessoas vindas do Paraná.
Balneário Arroio do Silva SC, conta com a vantagem de já ter conseguido sua emancipação política e hoje é um município.

ASSISTÊNCIA: Ótimo acesso (dificilmente ocorrerão engarrafamentos), infra-estrutura privilegiada, ruas com boa conservação. Para quem gosta de caminhadas, pode aproveitar a grande extensão territorial da praia. A noite oferece opções de lazer mais tranqüilas onde toda a família pode participar, a praça central da praia esta sempre lotada, lá você encontra muitas opções astronômicas parque para as crianças e música ao vivo na arena da praça, onde os adeptos de danças podem arrastar os pés sem desembolsar grana. Existem salva-vidas por toda a extensão da praia.

DESASSISTÊNCIA: Alguns pontos da praia são considerados impróprio para o banho devido despejo de esgoto. O tráfego de carros na beira mar (apesar de proibido) também existe. Alguns banhistas mal educados levam seus cachorros para passearem no mar.

Onde encontrar frutos do mar?
O melhor local é próximo aos hotéis do centro onde muitos turistas do sexo masculino vem passar as férias com os amigos. Durante o dia estão espalhados pela praia a noite é fácil encontra-los na sorveteria mais famosa do centro.

Merece um jacaré?
Merece!
Mesmo que você não encontre um assistente com certeza encontrará alguém para bater um papo, pois as pessoas são muito receptivas e educadas.

Desassistidas Recomenda: Para a noite, a boa opção é ir para o centro da cidade, e você pode ir bem a vontade não precisa de chapinha nem salto alto. No carnaval não deixe de passar a noite de domino no centro onde muitos homens se vestem de mulher e fazem a alegria da festa.
Outro grande evento da praia é a Arrancada de Caminhões que acontece em março no final da temporada, é quase um carnaval fora de época, reúne a aproximadamente 150 mil pessoas ao redor de uma pista de 3km de extensão

Desassistidas Perguntam: E quem disse que você merece?

Muito nos debatemos sobre os clichês usados pelos nobres representantes da casta cromossomo y. Chegamos a conclusão alguma além de: clichê, você ainda vai usar um. Ou ainda, clichê: você ainda vai cair num.

Gostando ou não, o fato é que toda fêmea já ouviu uma frase batida e nem sempre virou as costas e deixou seu aspirante a par admirando suas omoplatas. Seria então uma certa benevolência para com o bofe? Uma dose de solidariedade já que sabemos que ele fez o trabalho mais difícil, o da aproximação? Talvez.

Mas para que não se fale que apenas homens usam expressões batidas e táticas de abordagem mais puídas que cobertorzinho de infância, revelamos a mais gasta das técnicas de dispensa feminina:

- Sinto muito, mas eu tenho namorado.

Muito usada quando o elemento abordante é simpático e a abordada não quer lançar mão do indelicado “toco”. Na maioria das vezes a abordada tem realmente namorado, noutras...

Mas como tal clichê não pode ficar sem resposta a altura, o bofe sempre dispara:

- Mas como ele deixa uma gata como você aqui sozinha? Esse cara não te merece...

Ok. E você merece, então?


Com essa resposta, acredita o rapaz causar uma certa instabilidade na relação, fictícia ou não, da fêmea, fazendo com que a mesma questione seu relacionamento e resolva experimentar novas sensações com um cromossomo y muito mais competente.

Desassistidas Perguntam: E se você fizer algo que eu não queira?

Nas areias da praia, você, um gatinho, a lua e um clichê.

Os beijos ficam cada vez mais enlouquecedores, a coisa vai ficando boa e de repente você resolve parar tudo. Talvez ainda sob o impacto da freiada, o bofe dispara: “fica tranqüila, eu não vou fazer nada que você não queira”. Ok, gato, o problema mora justamente no meu querer...

E como a gente aprende desde o berço: querer não é poder.

Pode não ser a melhor ocasião, pode ser um bofe que você não confia, pode ser uma depilação vencida. O fato é que é melhor um cartão vermelho antes de atitudes que podem gerar arrependimento posterior.

Essa frase exprime uma certeza e segurança que nos deixa de queixo caído e perguntando se os homens são realmente assim, tão confiantes e conhecedores dos nossos quereres.
HOJE, 11/01, TEM DESASSISTIDAS NO AR!
ÀS 22h, PELA RÁDIO CRICIÚMA.
Clique AQUI para ouvir.
Desassistidas no Ar! Um programa relacionado a realcionamentos.

Série Verão - Desassistidas Perguntam

Durante o mês de janeiro, vamos explorar como música de trio elétrico as maravilhas que o calorzinho propicia aos habitantes do hemisfério sul. Táticas de aproximação, micos na praia e o que fazer para não derreter serão tema do blog nesses 31 dias. Para abrir a série, um dos GQD (Grandes Questionamentos Desassistidos).

Desassistidas perguntam: por que não vai tirar pedaço?

Verão é a estação do amor. Ou pelo menos da pegação. Um olhar aqui, um sorriso acolá e começa uma nova história. Algumas duram apenas umas páginas, já outras, estendem-se por muitos capítulos e acabam por consolidar relações, atravessando outonos, invernos, primaveras e sabem-se lá quantos verões.

Mas começar uma relação não é nada fácil. A aproximação muitas vezes é impedida pela insegurança e o medo da rejeição. Solidárias às dificuldades dos bofes, Desassistidas resolveram investigar o que passa pela mente destes amáveis seres (e deixam aberto o espaço para que eles se manifestem) sobre um tema que há muito nos faz perder noites de sono e joga o consumo do nosso chá de camomila na estratosfera: os clichês da conquista.

Todo mundo usa vez ou outra uma frase batida, fala de filme ou uma cantada barata para lhe socorrer num momento de desespero criativo. Porém, nossos queridos e honrados representantes do cromossomo y têm o hábito de lançar mão com freqüência de algumas frases de efeito. Não sabemos se por desespero, por falta de criatividade ou por condicionamento, mas toda mulher já ouviu de um bofe as frases que iremos dissecar durante esta semana.

A primeira e mais clássica delas é “Deixa, vai. Não tira pedaço”. Muito usada como resposta a uma negativa de avanços em áreas mais privativas, esta frase intriga o imaginário feminino há séculos. Afinal, que mulher pensaria que uma mão boba pode arrancar um fígado? A não ser claro que o cromossomo y em questão seja canibal, aí...
Procuramos astrólogos, jogamos cartas, mandamos amostras para laboratórios, mas, até o presente momento, não recebemos nenhuma explicação plausível para utilização da sentença.

VERÃO DESASSISTIDO

Balneário Rincão-Içara/SC

Se você quer encontrar Criciumenses sem ir a Criciúma, nenhum lugar é melhor quer a praia do Rincão. Localizada no município de Içara/SC é local escolhido pela imensa maioria da população de Criciúma para descansar durante o verão.

ASSISTÊNCIA: Fácil acesso (vamos ignorar os engarrafamentos nos feriadões), infra-estrutura competente, ruas com boa conservação. Para quem gosta de esportes, a praia oferece ondas para a prática do surf, condições razoáveis para jet ski quadras de futebol e muitos bares para os adeptos ao levantamento de copo. A noite também oferece opções interessantes para a balada.

DESASSISTÊNCIA: Peruice excessiva nas areias durante o dia e durante a noite (esqueça seu chinelinho em casa se você quer curtir a noite no Rincão). Em alguns pontos da praia há despejo de esgoto e quando chove há acumulo de água nas ruas. Tráfego de carros na beira mar (apesar de proibido) e poucos salva vidas.

Onde encontrar frutos do mar?
Para quem curte um lance parafinado a boa é ir para plataforma norte, onde quebram as ondas e a concentração de bofes, slives e pranchas é alta.

Merece um jacaré?
Praia é praia. Mesmo com alguns problemas vale a pena conhecer o Rincão. Cuidado apenas com os bofes, pois esta é a época de reprodução dos Holograma Men e também não vá fingir afogamento, pois, como dissemos, há poucos salva vidas tomando conta das águas do Balneário.

Desassistidas Recomenda: para acompanhar a praia, vale a pena acessar o site VEJA O MAR, com informações sobre as ondas, fotos da praia e atualização diária. Para a noite, boas opções são os bares Estaleiro e Puro Lazer. E se você curte um programinha leve, um sorvete no centrinho junto à feirinha hippie na pracinha do calçadão. E não perca a peixada no Kioski do Grandão, na beira da praia.

Das coisas que não faremos nunca mais

Eis a lista mais longa e menos cumprida dentre as resoluções de ano novo. Prima próxima do pé na jaca, a lista das coisas que prometemos nunca mais fazer vem geralmente acompanhada de água e um Engov.
Se devemos nos arrepender apenas do que não fizemos, o que fazer com o arrependimento pelo que é feito? Simples: pular 7 ondas e jurar nunca mais pegar o telefone e ligar para aquele ser humano às 4h da manhã depois de uma (ou algumas) dose de vodca com suco de manga.
Pulando suas ondinhas (na verdade marolas, porque a água estava muito fria), Desassistidas prometeram em 2007 não mais:

- comemorar o aniversário com uma mistura letal de Bacardi d’Oro e suco de abacaxi;
- possuída pelo alto teor alcoólico nas veias chamar o ex-assistente;
- usar salto agulha para ir a um luau;
- ir à praia no saudável horário entre meio dia e duas da tarde;
- ir à praia no saudável horário entre meio dia e duas da tarde e usar, ao invés de filtro solar, óleo de bronzear;
- esquecer de ligar para amiga;
- deixar para o dia seguinte a visita marcada;
- dançar funk (com direito a coreografia);
- ir para uma balada cujo chamariz é uma banda conhecida como "A Máquina do Som";
- ir para uma balada cujo chamariz é uma banda conhecida como "A Máquina do Som" e dançar todo o repertório (com direito a coreografia);
- alimentar um Holograma Man respondendo suas mensagens;
- tentar explicar para um bofe porque ele não deve encoxar (é como ensinar física quântica a um símio, com mais chances do primata entender);
- arrancar os cabelos com pinça esperando uma ligação;
- beliscar azulejos por ansiedade;
- cultivar amizade com pessoas traíras;
- esquecer que o mundo dá voltas, muitas voltas.

Das coisas que nunca fizemos

Muda o ano e logo vem a ilusão de que mudamos também. Quando chega a rotina, com seus clichês e sua previsibilidade avisando que nada mudou, além do calendário, é a hora de resolver mudar tudo.
Seria muito bom pensar que já fizemos milhões de coisas e que a vida é uma aventura só, mas quando olhamos para fora da janela, percebemos que há um mundo inteiro a descobrir. A tentação, num primeiro momento, é pensar em atividades radicais como saltar de pára-quedas ou pular de bungie jumpie. Mas há coisas mais simples, que por medo, nunca fazemos. Como declarar-se para aquele alguém especial. Ou matricular-se numa aula de surf. Confiar num estranho. Rebater uma cantada com um “é, sou gostosa mesmo, mas não sou pro teu bico!”. Dizer na cara do namorado de uma amiga que realmente ela merece coisa melhor. Escrever pra Revista Caras dizendo que não interessa quem a Adriane Galisteu está pegando ou que pouco importa se fulana usa ou não Armani. Puxar conversa com o guri que pede grana no semáforo. Perguntar pra mulher que apalpa na porta da boate “foi bom pra você?” (algumas vezes é o mais próximo que se chega de um amasso numa balada). Chegar pra um carinha alugando uma menina e dizer “cara, fica esperto, não vai rolar, ela não tá afim”. Colocar um bilhete no carro de quem estaciona em vaga para portador de deficiência com o texto “amanhã, quem pode precisar dessa vaga é você”.
E uma coisa que as Desassistidas ainda não fizeram este ano é programa!
Sim, não perca hoje às 22h na Rádio Criciúma, a primeira edição do ano do Desassistidas no AR!
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Resoluções desassistidas

Adeus ano velho, feliz ano novo. Apesar de pouca coisa mudar (talvez algum pneuzinho aqui e acolá devido aos excessos gastronômicos no fim do ano), há todo um frenesi em torno do tal ano novo.

O ser humano, novidadeiro por natureza, quer logo recomeçar tudo, nem que seja pra fazer igual ao que já fez. Mas ano novo não é ano novo se não tiver resoluções de ano novo. Verdadeiros pacotes para uma nova vida, totalmente recauchutada e reformulada, pronta para ser preenchida por novas bobagens. Ou seja, o ano começa como um novo rolo de filme, zerado, pronto para ser queimado (para alguns, esturricado), nas mais diversas ocasiões.

Desassistidas é claro, já fizeram sua lista de resoluções de ano novo, devidamente dividida em duas categorias:

- COISAS QUE NUNCA FIZEMOS

- COISAS QUE NÃO FAREMOS NUNCA MAIS

Publicaremos durante esta semana nossas singelas pretensões para o ano que acaba de chegar, na esperança de inspirar nossos leitores a uma mudança de vida e, quem sabe, atingirmos patamares nunca antes sonhados.

E não percam no fim de semana o início da série
“Verão Desassistido”!
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