Esta mérida chamada trabalho

Sim, o trabalho enobrece o homem e a mulher. Porém, o dia-a-dia trabalhístico cada vez mais se assemelha a um ritual de tortura. Quem não sofre da “síndrome de segunda-feira”, que atire a primeira caixa de clipes.

Tudo começa muito bem, a satisfação por ter passado numa seleção difícil. Você se sente acima dos demais mortais, afinal de contas, foi selecionado por um RH, que na vida adulta, descobre-se, é também um setor responsável por você trabalhar e não somente aquela “paradinha” do sangue.

O primeiro dia de trabalho é a consagração de seu esforço durante 4, 5 ou 6 anos numa faculdade para conseguir o tal diploma que, sem ele, você não chega a lugar nenhum na sociedade contemporânea dos dias de hoje na atualidade. Claro que muita gente começa a trabalhar antes, o que só aumenta nossa compaixão por estes seres humanos.

Mas voltando a nossa “crônica de uma morte anunciada”, após uma semana, começam a aparecer as primeiras fissuras na sólida base que constitui o relacionamento você – seu trabalho.

Você descobre que o colega do outro setor é um tanto quanto malicioso em seus comentários, por exemplo.

Após um mês vem a descoberta de que a expressão “fulano é de lua” é perfeita para descrever os humores de seu chefe. Um dia você, lacaio que vende cerca de oito horas de seu dia em troca de alguns reais, tem idéias brilhantes, é um membro importante da equipe e sua postura pró-ativa é muito bem vista pelo alto escalão da empresa. No outro, você só tem idéia cretina e vive se metendo onde não é chamado.

Doze meses após o início desta singela união, você torce pela sexta-feira e domingo à noite, chora ao lembrar que na manhã seguinte é segunda-feira.

Tudo isso poderia ser evitado se você, ao invés de escolher determinada carreira porque dava dinheiro, tivesse escolhido aquele curso para o qual todo mundo torcia o nariz, mas era o que despertava verdadeira paixão.

Top 5 – Manutenção

Mantenha em dia
1- Escove sempre os dentes e use fio dental: ninguém precisa saber que você jantou bife acebolado com batata gratinada.

2- Meninos de barba: mantenham seus pêlos num comprimento agradável e evitem ao máximo o "corte lixa", que assa a delicada cútis de suas damas ou mancebos (isso vai da preferência de cada um, é claro).

3- Lave bem as partes afetadas: lembre-se um parquinho limpo é mais convidativo! Não use esfregões ou produtos abrasivos, a região é delicada e merece ser tratada com carinho.

4- Unhas dos pés: ficam ali embaixo tão escondidas que podem acabar crescendo até o ponto de se transformarem em garras. Mal sapão... tesoura nelas!

5- E por último, mas não menos importante, meninas: não esqueçam de aparar o gramado!

Os grandes GQD (Grande Questionamento Desassistido)

Dentista

A recomendação é de visitas semestrais. Para o dia-a-dia, escovação após cada refeição, além do uso de fio dental e enxagüantes bucais. Mas, supondo que você está na balada, de olho num candidato ou candidata a assistente e não dispõe de uma escova de dentes ou fio dental, o que fazer? Simples, utilize nosso recomendadíssimo e ultra-famoso método de manutenção de emergência: chicletinho e bala. Tem ação imediata e garante um hálito agradável, porém, é preciso salientar que este método possui curta duração e logo que você tenha acesso à escova ou similares, providencie a manutenção correta.
Lembrando sempre que um belo e espontâneo sorriso pode ser o início de muita coisa.

Ginecologista

Tão agradável quanto fazer a declaração de imposto de renda, ir ao ginecologista é um mal necessário. Já que o útero fica lá escondido, não custa nada dar uma olhada a cada ano e ver se está tudo ok. Algumas complicações só aparecem em exames, pois os sintomas demoram a aparecer. Problemas durante as relações sexuais como dor ou desconforto podem ser causados por feridas no colo do útero ou alguma DST. Ficar deitada numa maca enquanto se é apalpada por um estranho, que faz perguntas que você não tem coragem de responder nem a sua melhor amiga, é um dos pontos destacados como desagradáveis, porém, podia ser pior, já que câncer no colo do útero, por exemplo, é bem mais desconfortável que um espéculo.

Urologista/Proctologista

Complexados profissionais que se sentem injustiçados ante a resistência do cromossomo y em visitá-los. Tudo porque o lance deles é dar um toque.

Falando nisso, só mais um toque:

Em vez de se tocar apenas na hora do banho ou na calada da noite, quando ninguém vê, dê atenção ao parque de diversões regularmente ao fazer o exame do toque. Lembrando que mulheres acima de 30 anos devem fazer o auto-exame das mamas (que na hora da alegria são conhecidas como peitos, entre outros codinomes não apropriados para este espaço) todo mês. Para aprender, leia as dicas nos sites da SBM e do INCA.

Para os bofes, constrangidos com a idéia de um estranho examinando região tão íntima e reservada, leiam mais sobre o assunto no site do INCA e digam adeus a seus preconceitos.

Não deixe de assistir a entrevista que fizemos com o vocalista da Banda Velhas Virgens, o Paulão, veja aqui!

Mais um GQD (Grande Questionamento Desassistido)

Por que as áreas que proporcionam mais diversão ao ser humano são justamente as que possuem manutenção mais complexa?

Quem já não parou pra pensar no trabalho que dá para conservar o parquinho e adjacências sempre limpos e prontos para uso? Dentista, ginecologista, urologista e o temido proctologista, constituem a categoria profissional temida e necessária a todo homo sapiens.

Diários, semanais, mensais ou semestrais os cuidados com a área de lazer são indispensáveis, tanto do ponto de vista dos interessados em sua utilização, quanto da saúde.

Mas seria essa complicada manutenção um castigo à natureza humana, sempre vulnerável aos apelos da lascívia, ou um lembrete de que todo prazer tem seu preço?

Afinal, seria muito bom apenas usar a gangorra ou o balanço sem preocupações com suas engrenagens, se as correntes estão firmes e os assentos bem fixados e sem farpas. Talvez o cuidado com a manutenção sirva para criar um vínculo mais forte de cada um com seu centro de entretenimento, uma forma de valorizá-lo, enfim.

Pessoal está imperdível a entrevista que fizemos com o vocalista da Banda Velhas Virgens, o Paulão, veja aqui!

1 ano de Desassistidas!

SAINDO DE FININHO...

Quando se está sem assistência de qualidade, uma das coisas mais difíceis é manter a calma, a paciência, o sorrisinho maroto, a alegria de viver, enfim, aquele jeitinho zen de ser, ao se deparar com a pergunta fatídica: mas COMO você não tem namorado?

"Pois é, boba, cheguei lá e a loja já estava fechada." "Não tinha meu número." "Eu fiz um de papel machê, tá em casa secando, outro dia eu trago."

Pôxa, se fosse assim simples se relacionar, fosse apenas uma questão de "como", a música sertaneja não seria uma vertente tão próspera da "corno music".
Mas como sair de fininho sem perder a categoria?
Pensando nisso, lançaremos algumas soluções práticas para você utilizar em encontros com colegas do tempo da escola, festas de família e vendedores inconvenientes que acham que cantadas alavancam vendas.
Acabe de vez com aquela cara de nádegas que acompanha o "pois agora?" que você estava acostumada a usar!

Seguem aqui algumas dicas que vão salvar seu rostinho lindo de ostentar uma expressão de nádegas, a popularmente conhecida “Cara de Bunda” ao ser questionada sobre a inexistência de um namorado.
Dica 1: mudar de assunto. Faça aquela cara de quem lembrou de um assunto importantíssimo e vá. Algo como “Menina! Acabei de lembrar que não alimentei minha cacatua hoje, preciso ir!”.
Dica 2: simular uma interrupção. Pode ser cumprimentando entusiasticamente um mero conhecido (essa técnica serve para cortar qualquer assunto) ou fingindo que o celular está tocando. Simplesmente saque o telefone do bolso e vá atender. Outra vantagem da técnica é lhe dar uma imagem cool, de pessoa discreta que deixa o celular no modo vibratório.
Dica 3: filosofar. Por que eu não tenho namorado? Por que o céu é azul? Por que existimos? Para onde iremos? De onde viemos? Oh, meu caro! São tantas as perguntas cujas respostas fogem à compreensão humana, nossa imensa limitação ante o desconhecido...
Pessoal está imperdível a entrevista que fizemos com o vocalista da Banda Velhas Virgens, o Paulão, veja aqui!

Mais um entre os preferidos...

PÉROLAS DO CANCIONEIRO MASCULINO
- Coisas estúpidas que você teve de ouvir em troca de alguma diversão –

Imagine aquela noite: você conquistou o cara mais gatinho do pedaço...vocês se beijam, o clima esquenta (sendo menos hipócrita, melhora). Você pensa: “que homem, que sorte! Tenho de me segurar, ele está me enlouquecendo!” À essa altura, você nota: ele também está a mil. Na sua cabeça passam tantas coisas e você já começa a torcer por algum sinal sobre o que fazer. Das coisas que sua cabeça processa você só não espera que ele fale, porque, bem, você sabe, homens não têm o dom da palavra em certos momentos cruciais. Naquele clima de “loucura e perdição”, quando já está convencida de que é uma menina má e vai para o inferno, eis a deixa: ele resolve falar. Ah, se os homens soubessem que em boca fechada não entra mosca...
Vem, então, a bomba, aquelas palavras mágicas bem colocadas, sem trocadilho infame, (aliás, seria bomba ou brocha?):
_ Deixa eu enfiar?
Essa expressão de um desejo incontrolável através de um romantismo troglodita dispensa comentários.
Mas pode ser pior. Você já está cometendo a loucura de desperdiçar seu tempo com um mané de marca maior. Ele pensa que você é tudo (mas você está no básico do básico) e solta:
_ É a primeira vez que eu vou pra cama com uma mulher de verdade!
E você completa, mentalmente, “e não com uma boneca inflável!”. Ora, vamos! Próximo!
Um tipo que não pode ser ignorado é o 100% testosterona, ou em suas próprias palavras, o “macho pra caralho”. O triste é você tirar sarro da cara dele a noite toda e ele acreditar que você está delirando com um tipo tão másculo, um homem “de verdade”. Dentro dessa categoria, ou seria “falta de”?, está o rei supremo, líder de toda a babaquice existencial do cromossomo y: o erótico, do tipo “um tapinha não dói”.
Ele aprendeu em algum dos filmes pornô que formaram a sólida base de sua educação sexual que palavras tórridas e tapinhas nas nádegas são tudo o que uma mulher deseja. Por favor, somos mais complexas que isso!
Para fechar o bloco, o hábito masculino - da época das cavernas, pode acreditar - de provar a masculinidade. Seja urinando em qualquer moita, como quem diz “morra de inveja! Só eu posso usar o mesmo banheiro que o Rex!”, ou em um clássico: o arroto. Geralmente praticado após as refeições, uma variação do uso é muito registrada em momentos de desespero, após ele passar a noite toda cantando você, que obviamente não deu bola por perceber o tipo. Ele, então, num gesto derradeiro, prova para você, fêmea, que ele é muito macho, cromossomo Y até debaixo d’água, que no meio daquelas pernas há uma bolsa escrotal: “BURP!”.
Que civilizado, que lindo! Devo conter as lágrimas ou o meu corpo que quer se jogar sobre esse maravilhoso espécime da raça humana? Fica a pergunta: o que há dentro da cabeça de uma criatura dessa???
Realmente, não há condições.
Pare o bonde que eu quero descer!
Mas é o que está disponível no mercado, acredite se quiser...
Bem, como dizia minha amiga: “homem perfeito é o homem cheirado, domesticado e sexualmente falado”.
Não vale a pena ser promíscua. Para praticar um sexo insignificante com um homem cuja performance não vai além da auto-satisfação, que muito provavelmente sofre de ejaculação precoce e ainda vai lhe chamar de galinha, sinceramente, prefira ficar em casa assistindo reality shows. Sério, é melhor dispensar esses cinco minutos constrangedores na sua vida.
O maior problema no relacionamento entre homens e mulheres é que quando um homem tem um desempenho vamos dizer, satisfatório, ele não acredita na capacidade e vai logo pelo caminho óbvio de duvidar da idoneidade do testemunho de sua parceira e do seu caráter, chamando-a de galinha. Acho que é uma questão de auto-estima. E também de senso crítico: ele não é galinha também, ambos não cometem o ato de perdição juntos?
Ah, esqueci, homem galinha é legal...

Pessoal esta imperdível a entrevista que fizemos com o vocalista da Banda Velhas Virgens, o Paulão, veja aqui!

Comemoração...

No dia 20 de abril, Desassistida comemora seu 1º Aniversário, nesta semana recordaremos os textos que mais nos divertiram neste período.

DÚVIDA CRUEL – você pergunta, nós respondemos.

Nossa leitora questionou se estava desassistida ao ouvir a seguinte pérola:

“Posso te chamar de oh, my darling?”

São tantos os pontos a destacar nesse caso surpreendente de desassistência que uma das redatoras teve uma convulsão e saiu carregada, dizendo apenas “brega, falem do brega...”
Pois então, cara leitora, nosso ouvidos não possuem um filtro especial para bloquear certas bobagens que os bofes disparam, mas, mesmo assim, não são penico.

Por isso, cada tentativa de aproximação esdrúxula que recebemos deve ser combatida, para que o indíviduo aprenda a prestar assistência com qualidade e outra colega não sofra com atentados a inteligência.

Então, vamos analisar ponto por ponto e destrinchar os significados ocultos, quiçá mensagens subliminares, contidas na, digamos, original frase: “Posso te chamar de oh, my darling?”
Logo no começo, nos deparamos com três pontos básicos:

1. Cafonice: oh, my darling é algo que você espera ouvir daquele seu cabeleireiro descolado, num tom de chacota. Algo do tipo: “oh, my darling, onde você pensa que vai com essas pontas duplas?” Agora, numa tentativa de sedução, soa cafonérrimo, estilo oooo, my looove, my darling... Sem mais declarações acerca.

2. Burrice: perceba a falta de intimidade da criatura com o inglês. Quem você ouve no dia-a-dia chamar seu chuchuzinho de oh, minha querida? Quem? Quem? Isso mesmo, ninguém. A não ser é claro, o seu cabeleireiro: “oh, minha querida, já não disse que louro acinzentado cai melhor em você?”

3. Indecisão/covardia: ele quer te agradar. Mas ele QUER te agradar, entende? Ele não vai tentar aqui e ali. Ele vai logo ao ponto, então, antes de correr o risco de te chamar de “meu iaiá meu ioiô” e receber de você um olhar cubo de gelo, já pergunta logo: “ô dona, vai querer que fritas acompanhem?” Para que arriscar, não é mesmo? Muito previsível, filhinho. Se bem que essa submissão não é de todo uma característica ruim...

Resumindo, querida, ele é um mané. Já publicamos anteriormente um alerta sobre o perigo de contrair mané, que, apesar de inofensivo, deixa você dias na cama (não no bom sentido) e com a aquela detestável sensação de tempo perdido. Seja porque quer te agradar a ponto de anular a própria personalidade, seja porque é um daqueles conquistadores baratos que gostam de encurtar o caminho se fazendo submissos, o cara deu atestado. Próximo!
E sim, você está desassistida.

DICA ÚTIL:
querido, quer agradar? Mas QUER AGRADAR mesmo? Use um vocativo carinhoso para abordar a fêmea detentora de seu afeto. Algo que só vocês sabem o porquê, como um código do casal. Simples e eficaz, como passar duas camadas de rímel para dar volume nos cílios. E, por favor, fale, não interrogue, não peça autorização. Se ela não gostar, você vai saber. Use o bom senso, ele não falha e costuma ser muito prestativo e solícito.

As fotos, da entrevista que fizemos com o Paulão das Velhas Virgens, já estão no nosso perfil do Orkut, veja aqui!

E rádio, porque não?

Sim, você pode ouvir nossas vozes de veludo toda terça e quinta!

Toda terça, a partir das 19:00, no endereço
www.dceunesc.com.br ou na freqüência 95,5FM, você pode ouvir Desassistidas no Ar - de bolso. Uma versão de 30 minutos do programa com reflexões sobre o tema da semana do Desassistidas.com, baseadas em nada, é claro. A THA trabalha até 22h e não pode participar ao vivo, mas a RO toma conta dos ouvintes com a ajuda de convidados especiais. O DCE Unesc abriu suas portas para nós com muita generosidade e nos deu a grande oportunidade de nos apaixonar pelo rádio e conhecer muita gente bacana. Agradecimento especial ao Russo, coordenador da rádio e ao Realdo, nosso mesa em 2006.

Quinta, a partir das 22:30, na Rádio Criciúma (www.radiocriciuma.com.br), a THA comparece para assistir os ouvintes junto com a RO e o gogó de ouro Robson Lopes no Desassistidas no Ar! Versão chique do Desassistidas no Ar, com direito a chat e coluna no site da rádio, foi ao ar pela primeira vez em 8 de novembro de 2006, após meses de longas negociações e um contrato milionário.

Para ser avisado na hora do programa adicione as
Desassistidas no msn: desassistidas@hotmail.com

E nesta quinta-feira o tema é: Por que as áreas mais divertidas do corpo humano são justamente as que possuem manutenção mais complicada?

Você também encontra Desassistidas aqui

Uma das cosias mais bacanas que aconteceram conosco durante este último ano foram as amizades construídas através da web. Destas amizades surgiram convites para colaborações em outros espaços, que aceitamos prontamente.

Mcnish – foi quem começou a palhaçada. Sempre comentava no antigo blog (aquele de endereço enoooorme) e um dia veio com a proposta indecente (mas que não envolvia um milhão de dólares):
- Que tal uma coluna Desassistidas no meu site?
- Sim, mas o site não fala sobre futebol?
- E por que não falar sobre futebol?
- Hã...Porque não sabemos nada sobre futebol?
- Não tem problema, sei quem pode ajudá-las.

Fomos então apresentadas à renomada Personal Soccer Training, mundialmente famosa, Tiazinha do Banheiro. Com os ensinamentos da Tiazinha, conseguimos manter nossa coluna no
www.mcnish.com até hoje.

Blog News – notícias sob uma ótica desassistida? Hum... Parece interessante. Desde então, postamos notícias aqui de Criciúma no Blog News. Lá vocês encontram os textos de gente muito boa como o Noronha.

Futebol de Botão – que a Tha não batia bem da bola a Ro nunca duvidou. Mas ela pensou seriamente em internação após o dia em que a Tha achou viável aceitar o convite para escrever sobre futebol de botão. E não é que a Tha estava certa? Com a consultoria de Kellen Valentina, Desassistidas assinam uma coluna na seção Futebol de Batom do site.

Tablóide Alternativo – jornal de circulação mensal, descolado, o TA era um espaço sonhado que foi conquistado através da parceria com o gente boa Milton, idealizador do Tablóide.

Revista Núcleo Online – convite feito, convite aceito. São nossos textos mais sérios (sim, isto é possível).

Nossos colaboradores ao longo deste ano

Rebecca Cristina – psicóloga e especialista em RGD (Relações de Gosto Duvidoso), é responsável pelo departamento de assistência técnica do Desassistidas, o Balcão de Devoluções. Seus pareceres polêmicos já salvaram relacionamentos a beira do precipício. Rebeca é autora do livro “Coração de Mulher é que nem Circo: Sempre tem Lugar pra Mais um Palhaço”.

Kellen Valentina – phD em costura e aviamentos, começou seu trabalho de consultoria durante o Desassistidas Fashion Week e desde então é a responsável pelo estilo (ou falta de) do Desassistidas.

Maiquel Douglas – apesar de instável emocionalmente, sua colaboração no departamento de assistência técnica do desassistidas é fundamental para casos graves de desassistência.

Tiazinha do Banheiro – Personal Soccer Training, Tiazinha divide seus conhecimentos em futebol e física quântica em cursos e palestras pelo mundo.

Conceição – psicóloga e sushiwoman, centrada e equilibrada, já teve em seu divã personalidades do mundo das artes, ciências e política.

Val – dona de uma paciência fora do comum, esta abnegada criadora de templates será canonizada após trabalhar na criação da template atual do Desassistidas. Muitas idéias, muitos “Mais pra esquerda, mais pra direita” e “Florzinha não! Florzinha, não!” depois, ela captou a idéia e o conceito desassistidas perfeitamente com uma template criativa e original. E ainda fuçou a web atrás do mid de Respect (música de abertura do Desassistidas no Ar!, o programa de rádio do Desassistidas). Na próxima eleição, vote Valzinha para presidente!

Daner – o cara mais rock n roll, gente boa e ranzinza que pode existir. Além de criador da logo do Desassistidas é um grande amigo.

Soprando velinhas! Quer dizer, velinha!

Sim, caros leitores, estamos fazendo aninho! Precisamente, 1 aninho.

Em 20 de abril de 2006 foi ao ar o primeiro post desassistido da história da web. Sob o título "Atenção Mulheres", o blog nascia com o objetivo de rir um pouco de todos nós e quem sabe assim diminuir a distância entre homens e mulheres.

Usamos como laboratório a vida noturna, mas isso não impede que muita coisa que acontece de dia entre aqui nesse espaço. Foi andando pelas baladas que percebemos uma coisa: homens e mulheres querem o mesmo, FELICIDADE e AMOR.

Começamos no inacreditável endereço http://blog.cresce.net/blog/desassistidas (fácil, não?), e em setembro do ano passado quando migramos para o Blogspot realizamos o sonho do domínio próprio ao adquirirmos o desassistidas.com .

Já fomos três e hoje permanece o núcleo inicial do projeto (sim, Desassistidas é um megaprojeto com várias ramificações): duas amigas que tinham na cabeça o plano de colocar suas idéias no ar.

Não podemos deixar de falar de pessoas que têm sido muito importantes para nós, nossos colaboradores. Durante esta semana, vamos apresentar as pessoas que dão assistência às Desassistidas.

Nesta quinta (05-04), às 22:30, tem Desassistidas no AR!
Na pauta, participação da Banda Leopoldo & Valeira,
muito rock n' roll, histórias de desassistências no mundo da música.
Dá pra ouvir de qualquer lugar, é só clicar aqui!

Investindo no novo - as blue chips

Uma aposta certeira para investidores são as ações blue chips. Estáveis, reconhecidas e estabilizadas no mercado, as blue chips representam o sonho de toda mulher.
São representadas, nas bolsas de valores emocionais, pelos cromossomos y mais velhos. Investimentos testados e aprovados ao longo de décadas, os mais velhos têm grande vantagem sobre os mais novos (com exceções, é claro) num importante quesito: a conversa. E quando estão de boca fechada (ou semi-aberta), também costumam sair alguns pontos na frente no quesito assistência.
Resumindo, o homem blue chips tem a manha.
E é aí que mora o problema: justamente os anos a frente transformam este bofe num elemento de alta periculosidade, capaz de colocar você, mulher vivida e versada nas mais diversas artes, caída por ele. O que pode ser muito bom ou muito ruim.
Se por um lado os novinhos estão mais sujeitos as oscilações do mercado, representando um investimento de risco em alguns casos, os mais velhos resistem melhor a variações por conta da experiência pregressa em crises. Porém, como tudo o que existe sobre a face da Terra, há exceções. Homens com síndrome de Peter Pan, que tem a mesma maturidade emocional de um pré-escolar não são raridade no mercado, o que tem levado muitas investidoras a aplicar no mercado de futuros: os assistentes em fase de lactação.
Portanto, aconselhamos você, investidora, a usar de bom senso na hora de fazer suas aplicações no mercado, já que nem todo novinho é imaturo e nem todo mais velho é sensato.

"Invista no novo e quanto mais novo, melhor".

Razões porque você, mulher vivida e versada nas mais diversas artes pode, deve e merece cultivar um cromossomo y em fase de lactação.

Antes de mais nada, avisamos que pedofilia é um crime, algo odioso e que de maneira nenhuma é incentivada por este espaço. Os bofes que participaram dessa experiência eram maiores de idade e não sofreram nenhum dano durante os experimentos.

Já que essa coisa de repetir figuras não está com nada, não passa de masturbação emocional, sugerimos que você invista no mercado de futuros. Seja um dia, um mês, um ano ou uma década, dispa-se de preconceitos e dê uma chance para um cara mais novo.

O novinho é tudo de bom: não deforma, não solta as tiras e estende um tapete vermelho para você passar. O novinho te admira, te vê como mulher e está pronto para crescer contigo (em todos os sentidos...).

Adoramos!!!

A importância de um novo pacote de figurinhas

Quem nunca se viu vítima de uma masturbação emocional, um relacionamento cheio de idas e vindas, mas que não chega a lugar nenhum? Isso quando a coisa pode ser classificada como relacionamento, pois o mais comum é uma seqüência de encontros infrutíferos que nada acrescentam.

O sábio filósofo grego Plateumintus já disse que “figurinha repetida não preenche álbum”, por que então insistir no passado, em “apostas certeiras” que não passam de repetições de erros?

Pensando nisso, fomos a campo pesquisar sobre o tema e chegamos a algumas conclusões sobre a importância de investir no novo (lembrando sempre que quanto mais novo, melhor).

Descobrimos, por exemplo, que ao abrir um pacote, surgem, além de novas figurinhas, muitas outras possibilidades. Cada pessoa traz sempre uma experiência diferente, um jeito de pensar e, mesmo que seja para dizer desta água não mais beberei, pode valer a pena essa troca.

O único problema com a abertura de novos pacotes é adquirir um gosto muito grande pela novidade a ponto de libertar a penosa existente dentro de cada um de nós. Mas isto é tema para uma outra série...

ESCLARECIMENTO

Ai, que desânimo...
A idéia de um post sobre um curso imaginário para homens tratarem melhor as mulheres de suas vidas gerou uma polêmica desnecessária. Muito barulho por nada, definitivamente.
Comentários agressivos, ataques e frases carregadas de raiva povoaram o blog e rendem até agora.
Nossa conclusão é de que ninguém entendeu nada. A idéia foi brincar justamente com as exigências que nós todos fazemos uns dos outros. Claro que nenhuma mulher vai trocar seu parceiro por um cachorro ou viver a ilusão de que numa comédia romântica está a solução para seus problemas. Isso é tão óbvio que acreditamos estar explícito nos textos.
Elogiamos a postura de alguns amigos homossexuais e percebemos que há muita confusão entre a opção (e nem sabemos ao certo se o termo opção é o mais adequado) sexual e o gênero. E também há muita homofobia, o que nos surpreendeu, pois sempre acreditamos que nossos leitores eram pessoas sensatas.
Fizemos uma série sobre comportamento feminino em que apontávamos defeitos graves de algumas mulheres. Não estávamos sugerindo um comportamento, estávamos afirmando, algo muito mais sério e controverso do que os posts da semana passada. No entanto, a reação foi muito mais branda e melhor dimensionada.
Mas o que mais nos desapontou foi a postura agressiva de ALGUNS leitores que simplesmente acharam coerente fazer ataques diretos às redatoras. Pensamos que talvez estas pessoas estejam sem muitos problemas na vida ou até sem uma dimensão correta do que deve ser levado a sério. Esses indivíduos acreditam que usar palavras grosseiras é uma boa maneira para expressar suas frustrações. Lamentamos, pois os únicos que perdem com isso são eles mesmos. Não vamos entrar no mérito de que fulana ou beltrana está namorando ou não, somos bem resolvidas e, principalmente, MUITO BEM ASSISTIDAS por amigos, famílias, namorados, ficantes. Por isso, temos a vontade de partilhar com outras pessoas experiências e reflexões nossas sobre os relacionamentos.
Por já termos errado muito e acertado tantas outras vezes, sabemos que nada é tão sério ou definitivo, que cada um possui uma forma muito particular de ver o mundo e que cada relacionamento tem seus pontos fortes e fracos, seus altos e baixos.
Todos são livres para fazer o que julgarem correto, não estamos aqui para catequizar ninguém, apenas temos idéias e queremos divulgá-las. Ler ou não, concordar ou discordar são opções que cabem a cada um, já ofender ou agredir é desnecessário e, principalmente, não será tolerado por nós, pois vai contra o que mais acreditamos: o respeito a diferença.

Mulé, trate com carinho seu cromossomo y

A IMPORTÂNCIA DE DAR
Carinho, é claro

Frio e seco, o universo “bofeano” é praticamente um freezer. Tudo porque os conhecidos homens foram ensinados que cromossomo y que é cromossomo y não chora (pelo menos na frente dos outros).
Por conta disso, muitas fêmeas acreditam que eles não precisam de atenção extra ou um cafuné quando estão num dia ruim. Muito mal.
Quando seu bofe está num dia ruim, costuma ficar caladão e é por isso que é necessário utilizar técnicas para aproximação quase tão sofisticadas quanto as dos interrogatórios policiais.

Devido a complexidade do “eu” masculino, sugerimos que você inicie seu processo investigativo com perguntas sutis, beirando o subliminar, algo como: “o que você tem?”

Sim, perguntas diretas obtêm respostas diretas. Tá certo que a resposta às vezes vai se assimilar a um rugido, rosnado ou resmungo...e é aí que a coisa complica. Ao invés de usar a tão divulgada sensibilidade feminina e tentar ir a fundo no resmungo, inicia-se uma briga e o que poderia ser uma ajuda vira uma discussão. Muitas vezes o erro está em acreditar que todos os problemas do assistente têm relação com a vida a dois. Pode ser um problema no trabalho, com os estudos, um amigo ou então, insatisfação com a própria vida. Por acreditar que homens não têm sentimentos, algumas mulheres acabam não enxergando o que há de verdade ali naquela cara fechada.

E quando falamos de carinho, é carinho mesmo, atenção, doação, não apenas sexo, que é muito bom e pelamordedeus a gente não pode ficar sem, mas tem seu momento.
Se mulheres reclamam que os homens têm dificuldade em perceber quem elas são de verdade, os cromossomos y podem fazer a mesma queixa. Quantas vezes uma necessidade do assistente é ignorada em função das minhocas cultivadas na imaginação?

Num relacionamento (seja afetivo, familiar, de amizade ou de trabalho), é preciso ver o outro como ele é, sem preconceitos ou utilizando a bagagem dos relacionamentos anteriores, pois cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é, já dizia Caetano.

Tratando bem um cromossomo y

Eles choraram. Eles espernearam. Ficaram de barriga pra cima batendo os pés, fizeram beicinho e disseram que não iriam mais jantar.

Resumindo: eles ficaram putinhos.

Tudo porque oferecemos, sem custo algum, um curso sobre como tratar bem uma mulher.

Vá entender...

Por conta disso, atendendo ao clamor da massa y, apresentamos nesta semana a série:


MULÉ, TRATE COM CARINHO SEU CROMOSSOMO Y.

Mas antes de nos despedirmos hoje, gostaríamos de dedicar mais algumas linhas a ele que vem povoando nossos sonhos desde a semana passada. Sim, ele que deixou palavras da mais encantadora poesia, que revelaram não só uma sensibilidade ímpar, como também um profundo conhecimento da alma feminina. É claro que falamos dele: Roberval Pinto Animal. Ele nos brindou semana passada com versos singelos, porém de grande intensidade poética, em que discorria sobre o momento mágico em que homem e mulher tornam-se um só usando uma bela metáfora: “sentar na vela”. Nada mais doce e encantador. Ficamos intrigadas com você, Roberval, imaginando quão charmosa e encantadora deve ser a sua pessoa. Afinal, um homem que possui uma “vela” não é um qualquer, está acima dos demais mortais e isso pudemos constatar ao perceber como captou perfeitamente o significado de nosso texto. Homens como Roberval fazem nós, Desassistidas, pensarmos que muito em breve não será mais necessário oferecer uma semana didática para ensinar um cromossomo y a tratar bem uma mulher. Pois que mulher não sonharia em “sentar na vela” com um homem encantador como Roberval?

PARA QUEM NÃO PERCEBEU AINDA, ESTE BLOG PROCURA BRINCAR COM CLICHÊS, GENERALIZAÇÕES E PRECONCEITOS. O NOME, POR SI SÓ, JÁ É UMA GRANDE BRINCADEIRA. RIR DOS PROBLEMAS, DAS CONTRADIÇÕES E DOS DESENCONTROS DAS RELAÇÕES ENTRE SERES HUMANOS É NOSSO PRINCIPAL OBJETIVO. NÃO PROCURAMOS AGREDIR HOMENS, NEM ALIMENTAR RICHAS OU A SURRADA E SEM GRAÇA GUERRA DOS SEXOS. LEIA O CONTEÚDO, OPINE, MAS NÃO LEVE TÃO A SÉRIO, NÃO ESTAMOS AQUI DITANDO REGRAS E ESTE BLOG NÃO SE CHAMA "MANUAL PARA A VIDA".

P.S.: O NOME DESASSISTIDAS É UMA BRINCADEIRA COM AS RECLAMAÇÕES QUE OUVIMOS SOBRE RELACIONAMENTOS, TANTO DE HOMENS QUANTO DE MULHERES, TANTO DE GAYS, QUANTO DE HETEROS.

O que ALGUNS homens deveriam aprender com as comédias românticas

O homem de comédia romântica é DECIDIDO. Ele sabe o que quer e vai atrás. A sogra não gosta dele? Tudo bem, o tempo vai provar que ele é um cara bacana.
A assistente está no aeroporto prestes a embarcar para uma viagem após uma briga? Ele não fica em casa remoendo os detalhes da briga ou vai para o bar tomar todas e esquecer aquela ingrata que não soube dar valor a seu amor. Ele pega o carro e vai até o portão de embarque fazer as pazes e deixar aquela mulher sabendo o quanto ela é importante para ele.
O homem de comédia romântica, resumindo, tem ATITUDE, artigo que anda em falta no mercado.
Não estamos aqui para apontar dedos, criticar ou dizer que está tudo errado. Nosso objetivo é aqui é promover um upgrade nas relações e dizer aos cromossomos y que um pouco de sensibilidade não faz mal a ninguém.
E, principalmente, ser sensível não significa ser vulnerável.

Coisas que ALGUNS homens deveriam aprender com o meu cachorro

Meu cachorro me acorda todos os dias com suas patinhas na beira da minha cama e um ar de felicidade como se não nos víssemos há tempos.
Não importa quantas pessoas, ou cachorros, passaram por ele no dia anterior, ele está sempre feliz por me ver. Mesmo que na noite anterior eu não tenha brincado com ele antes de dormir ou o colocado para dormir na área de serviço. Ele sabe que meu amor é incondicional e que em alguns dias não estou no meu melhor humor.
Meu cachorro sempre me espera na porta com o rabinho abanando e faz uma expressão de tristeza quando saio de casa. Ele sabe que pessoas não são eternas e ao sair um dia algo pode me acontecer e eu nunca mais voltar. Logo, ao me saudar feliz na porta, ele sabe que a despedida anterior não foi a última e o universo nos brindou com a oportunidade fantástica de passarmos mais um dia juntos.
Quando quero levá-lo para passear, meu cachorro sempre aceita de prontidão e procura se divertir e não se chateia se há um outro cachorro maior que ele no parque. Ele sabe que vale a pena passarmos um tempo juntos e que o simples fato de termos a companhia um do outro já vale o passeio. O único problema com meu cachorro é que, ao contrário dos homens que nunca abaixam a tampa do vaso, ele acredita que a casa inteira é o banheiro.

Didática básica para trato de fêmeas

Nada afeta mais nossos humores do que um cromossomo y destratando uma cromossomo x. Grosserias, indelicadezas, falta de tato e companheirismo são queixas freqüentes mo consultório de Conceição, a renomada psicóloga e sushi woman consultora das Desassistidas. Como para nós só reclamar faz tanto efeito quanto um creme anti-celulite, ou seja, nada, vamos oferecer durante esta semana um guia para orientar os cromossomos y desorientados na arte de se relacionar com uma mulher.

Coisas que ALGUNS homens heterossexuais deveriam aprender com ALGUNS homens gays
Sabemos que os bofes reviram os olhos e lançam um “lá vem de novo essa história” ao ouvirem que só os gays sabem tratar bem uma mulher.
Mas queridos, isto é tão certo quanto o especial de fim de ano do Roberto Carlos na TV. Mais sensíveis, antenados às necessidades alheias e mais bem resolvidos, os homens que gostam de homens passaram por dificuldades para se assumir, entender e serem aceitos, por isso têm uma dose extra de compaixão e solidariedade.
Outra coisa básica: um amigo gay, por exemplo, conversa olhando nos olhos e não no decote ou numa bunda rebolativa ao lado. Ele presta atenção no que é dito e procura realmente ajudar sem achar que é bobagem o problema em questão.
Quando dança, ele realmente dança, não encocha.
Além disso, quando elogia ele é sincero, não está querendo levar a menina pra cama.
E também não tem medo de possuir um gosto mais sofisticado, nem acredita que arrotar o tornará mais charmoso.
O único problema é que por terem tantos gostos em comuns, a mulher hetero e o homem gay acabam convergindo num outro ponto: ambos gostam de homens.

Não fiquem chateados ou ofendidos querendo sair do parquinho, meninos (heterossexuais, que fique claro, os demais podem ir pro recreio), façam a lição de casa e promovam um upgrade nos relacionamentos em geral. As mulheres agradecem.
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